Os afoitos palmeirenses e corintianos celebraram os tropeços do tricolor do Morumbi no início da Libertadores. Nada como uma dia após o outro: com a vitória de ontem, o São Paulo praticamente assegurou o primeiro lugar no grupo e classificação antecipada. Enquanto isto, no Parque Antártica a situação é de absoluto desespero. E no Parque São Jorge... bem, por lá não há nenhuma preocupação com a Libertadores, a não ser a de secar o hexacampeão brasileiro. Depois a turma não entende por que o tricolor deixa os paulistinhas da vida em segundo plano. É uma questão de prioridade, a torcida nem leva mais em consideração esses títulos menores. Sorry, periferia, mas é isto mesmo, o mais querido está de novo rumo a Tókio, desta vez com Hernanes, Borges e Washington. Te cuida, Milan!
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Caro,
ResponderExcluirQuase todos os dias leio seus posts e gosto das suas análises e observações. No entanto, é a segunda vez que vejo algo que me deixa estarrecido.
E antes de qualquer coisa queria deixar claro que sou são paulino de toda a vida.
Esse seu comentário "sorry, periferia" é um despropósito. Um preconceito sem sentido. Em várias ocasiões seus textos fazem uma análise crítica da postura preconceituosa da mídia em relação ao nosso presidente operário (para ficar num só exemplo). E vc vem e me escreve algo assim?
Desnecessário lembrar que vivemos no país mais desigual do planeta e que os preconceitos estão mais ligados à origem social.
De forma que vc, como comunicador, não só não está ajudando muito a erradicar essa praga como está caindo em contradição com a própria postura de crítico da "mídia elitista".
Por último, e não menos importante, eu assisto a todos os jogos do São Paulo e na Libertadores vou ao estádio. Garanto que "a periferia" está tão presente hoje em dia na torcida do tricolor como na do Corinthians, Palmeiras, Flamengo, etc.
Enfim, saudações e parabéns pelo blog. Tirando essas raras aberrações, está muito bom.
Pablo
Análise crítica de um palmeirense:
ResponderExcluir1. O verdão não vai bem na libertadores, como não vem bem nos últimos anos, a não ser na conquista do "paulistinha" do ano passado (com um time de veteranos e estrelas com o zagueiro Henrique e Valdívia).
2. O verdão está indo muito bem no "paulistinha" deste ano, o que é muito bom! Apesar das gozações da imprensa, particularmente dos sãopaulinos, rotulando de time pequeno e não competitivo em nível de libertadores, etc.
3. O time do palmeiras atual é jovem e promissor. Se ganhar o tal do "paulistinha" (que virará PAULISTÃO se o time do Ronaldo vir a ganhar) seria de ótimo tamanho. Desse time, somente o Keirrison atrai os empresários. Essa história de que prá ser bom tem que estar bem na libertadores é balela.
4. O S. Paulo, em uma chave bem mais fraca, está jogando uma bolinha terrível, como no jogo de quarta que todo o Brasil pode ver. É o "futebol de resultados", pronto e acabou. O futuro?