Pouca gente comentou a divisão dos partidos de oposição na eleição que consagrou Fernando Collor na presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado. Os três tucanos presentes votaram na petista Ideli Salvatti, mas um dos integrantes do partido na comissão, Marconi Perillo, se ausentou, abrindo uma vaga para Antonio Carlos Magalhães Júnior, do DEM da Bahia. Os Democratas fecharam com Collor - todos os seis senadores do partido que fazem parte do colegiado votaram em Collor de Mello. Não é a primeira vez que o DEM age de forma diferente do PSDB - na eleição para a presidência do Senado, o partido foi de Sarney e os tucanos, de Tião Viana (PT-AC).
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Comentários
Postar um comentário
O Entrelinhas não censura comentaristas, mas não publica ofensas pessoais e comentários com uso de expressões chulas. Os comentários serão moderados, mas são sempre muito bem vindos.