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Mostrando postagens com o rótulo PT

Alô, Mercadante, cadê você?

O governador José Serra (PSDB) parece estar fazendo escola. Não fala de nada, não dá palpite sobre coisa alguma. O que ele acha da crise do Senado? Ninguém sabe, ninguém viu. Gripe suína? Coisa do governo federal. Greve na TV Cultura? Problema localizado, o Markun que resolva. Agora parece que esta excelente estratégia política está sendo adotada também pelo líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP). Ele atualmente não diz que sim nem que não, muito pelo contrário. Sarney? Um grande brasileiro, mas podia dar um tempinho e voltar logo mais. Arthur Virgílio? Pode ficar também, não há prova nenhuma contra ele. Cada vez que o autor destas Entrelinhas ouve Mercadante no rádio ou na televisão, sente saudades do ex-ministro José Dirceu. Nada ideológico, mas Dirceu pelo menos dizia as coisas com clareza. Não tinha esta postura do tipo "não me comprometa", que no fundo não leva a lugar nenhum. Mercadante tem uma eleição dura pela frente em 2010 e parece agir pensando exclusivame...

Dica de leitor

Ainda sobre a candidatura da senadora Marina Silva (PT-AC) à presidência da República pelo PV em 2010, um leitor deste blog que assina apenas como Frank fez uma excelente pergunta: seria Marina uma nova Soninha? Para quem não é de São Paulo, Frank se refere a Soninha Francine, ex-vereadora petista que foi para o PPS, disputou a prefeitura de São Paulo, fazendo escada para Gilberto Kassab (DEM) e tirando uns bons votos de Marta Suplicy (PT). Hoje Soninha é... subprefeita na administração Kassab. Teria Marina Silva cara de ministra de um eventual governo Serra?

Eleições no PT: Dutra é favorito?

Seis candidatos já estão na disputa pela presidência do PT, em eleição que acontece no dia 22 de novembro. São eles Geraldo Magela, Iriny Lopes, José Eduardo Cardozo, José Eduardo Dutra, Markus Sokol e Serge Goulart. As inscrições terminam dia 4 de agosto, mas é provável que os candidatos sejam mesmo esses seis. Sokol é candidato sempre, representa uma corrente de extrema esquerda chamada O Trabalho. Serge, por incrível que pareça, é de uma dissidência d'O Trabalho (como pode haver uma dissidência em um grupo tão pequeno é algo para cientistas políticos discutirem). Magela e Iriny não têm a menor chance, a eleição ficará mesmo entre Dutra e Cardozo. Já há especulações nos bastidores petistas de que a Cardozo poderá ser oferecido o ministério da Justiça em troca da desistência da presidência do partido. Neste caso, a eleição de Dutra estaria garantida. Se isto acontecer, o Brasil sai ganhando, porque o deputado federal paulista José Eduardo Cardozo seria um excelente ministro.

Ruim assim, pior assado

Entre todos os partidos políticos, o PT está fazendo o papel mais ridículo na atual crise do Senado. Apoiar Sarney é uma posição politicamente defensável, tanto quanto pedir a sua saída da presidência do Senado. Ridículo é decidir uma coisa e depois voltar atrás e defender a posição oposta. O PT não era assim...

Temer vice de Dilma é golaço de Lula

Está na coluna do jornalista Ilimar Franco no jornal O Globo a nota abaixo, reproduzida do Blog do Noblat. O vice de Dilma é Temer (se depender de Lula) De Ilimar Franco: Depois de escalar a candidata do PT à sucessão, o presidente Lula já escolheu o vice do PMDB. Para Lula, "o nome preferencial" é o do presidente da Câmara, Michel Temer (SP). Para os aliados, argumenta que Temer representa institucionalmente o partido, evitando uma disputa regional pelo cargo, tem visibilidade positiva à frente da Câmara e contempla o maior colégio eleitoral, o paulista. Em 26 de fevereiro deste ano, o autor destas Entrelinhas analisou detidamente a possibilidade de Michel Temer ser o vice de Dilma Rousseff em um texto que não perdeu a validade e vai reproduzido a seguir. Definitivamente, Temer como vice de Dilma é um nó tático de Lula na candidatura de José Serra. Senão vejamos: Dia desses um leitor mandou um comentário elogioso ao autor deste blog, mas fazendo uma séria ressalva. Dizia o ...

Tudo conspira a favor de Dilma?

Palpite de um dos mais lúcidos militantes do PSOL: se a crise não se agravar mais (ele acha que se agrava) e continuar nesta toada, ou melhorar um pouco (ele duvida que melhore), e salvo o surgimento de um mega-escândalo envolvendo a ministra da Casa Civil (ele duvida que apareça algo assim), Dilma Rousseff já pode preparar o figurino para subir a rampa do Palácio do Planalto no dia 1° de janeiro de 2011. Analista político dos bons, o militante, que por sua relação com o partido prefere manter-se no anonimato, explica que a conjuntura é extremamente favorável à candidata do presidente porque ele, Lula, com sua incomensurável capacidade de comunicação, já conseguiu convencer a população de que a crise não afetou o Brasil como está afetando outros países em função das políticas adotadas por seu governo. E mais: conseguiu convecer o povão que em breve tudo voltará ao normal e o crescimento será ainda maior. "Nem os trabalhadores demitidos na Embraer toparam fazer piquetes porque estã...

Um bom nome para SP?

A coluna Painel da Folha de S. Paulo notícia hoje, além da cascata sobre Ciro Gomes, um fato: o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou ao presidente Lula o seu nome para a disputa do governo de São Paulo. Muita gente acha que Suplicy está em decadência, quase não se reelegeu senador e coisa e tal. Só que ele teve quase 9 milhões de votos, possui uma rejeição muito pequena e é palatável ao eleitorado conservador do Estado. Tem mais: contra Geraldo Alckmin, que adora um discurso udenista básico, Suplicy conseguiria minimizar os efeitos desta estratégia, uma vez que jamais se envolveu em qualquer maracutaia na vida - o máximo que fez foi ceder bilhetes para a namorada viajar a Paris, tendo reconhecido o erro e ressarcido os cofres públicos. Em suma, poderia ser uma saída para o PT paulista, que está hoje sem candidato. Mas não será, pois não goza da confiança nem do presidente nem de mais ninguém na máquina do partido, controlada localmente por sua ex-mulher Marta Suplicy e pelo ex-d...

Mota: é Dilma ou Dilma

Segue abaixo um interessante artigo do professor Carlos Guilherme Mota, historiador dos (muito) bons, originalmente publicado no caderno Aliás do jornal O Estado de São Paulo . O 'fator Dilma' já contagia todo o jogo político Anúncio de doença da ministra torna complexo o quadro de candidaturas e desperta apetites adormecidos A revelação recente de que Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República e candidata do presidente Lula para sucedê-lo, estaria com doença grave provocou impacto no quadro sucessório. Como seria de se esperar, complicou o leque de possibilidades de candidaturas, mas também despertou novas expectativas, rearranjos, apetites adormecidos e, para outros, eventuais frustrações quanto ao futuro próximo do País. E mexeu com temas mais delicados, como a eventualidade de o Brasil, marcado por uma cultura de tradição coronelística e machista, vir a ter, finalmente, uma mulher no principal posto da República. A eleição para a Presidência é ...

Sugerir não ofende

A Folha de S. Paulo deu duas páginas para um suposto plano de um sequestro que jamais aconteceu, envolvendo a ministra Dilma Rousseff. Uma história antiga, do tempo da luta armada contra a ditadura. A fonte da reportagem da Folha negou o envolvimento de Dilma e acusou o jornal de má-fé pela maneira como a matéria foi editada. Tudo bem, acontece nas melhores famílias, não dá para acertar sempre. Este blog sugere agora que o jornal da Barão de Limeira corra atrás de uma história igualmente palpitante: alguns camaradas em armas do secretário da Casa Civil do governo José Serra, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), insinuaram que ele participou, na condição de comandante, do assalto ao trem pagador Santos-Jundiaí em 10 de agosto de 1968 (este evento de fato aconteceu, foi uma das primeiras ações armadas contra o regime militar, ao contrário do estapafúrdio sequestro do então ministro Delfim Netto noticiado pela Folha ). O próprio Aloysio, em entrevista ao Jornal do Brasil em 1999, confirmou ...

Manchete surreal na Folha Online

Leitores do blog apontam e é pura verdade: beira o surrealismo a composição de manchete e linha fina da Folha Online sobre a Operação Castelo de Areia que está na home page do portal no momento: PT pode ser investigado por doações da Camargo Corrêa Partidos beneficiados seriam PSDB, PPS, PSB, PDT, DEM, PP e PMDB, apontam gravações da PF. Mais um pouco, a turma da Barão de Limeira vai manchetar coisas assim: "PT pode ser investigado no caso de pedofilia em Catanduva", "Petistas podem estar envolvidos na farsa montada por Paula Oliveira na Suíça" ou, ainda melhor, "Gols de Ronaldo são resposta ao presidente Lula"... Afinal, se acham que botar no título a formulação "o PT pode ser investigado" é mais importante do que a lista dos partidos que de fato estão sob suspeita, vale qualquer coisa, ou não? Agora, dizer que a dona da Daslu, presa por contrabando pela Polícia Federal em São Paulo, tem relações muito estreitas com o tucanato – família Alckmi...

Esquerda petista vai apoiar Dilma Rousseff

A tendência Articulação de Esquerda, uma das mais importantes do PT, divulgou nesta sexta-feira um longo documento intitulado "2010 e os próximos anos". Ao final, ainda que não de forma explícita, está o apoio da AE à candidatura de Dilma Rousseff. Sim, há alguns poréns e quetais, mas dá para perceber que a esquerda do PT não vai lançar nenhum óbice ao nome da ministra-chefe da Casa Civil como candidata do partido à presidência em 2010. Ao contrário, o que a Articulação de Esquerda deseja é, digamos assim, estreitar a relação com Dilma. Com isto, é mesmo provável que não haja disputa em torno da vaga de presidenciável do PT, a não ser, é claro, que o inefável Eduardo Suplicy apresente o seu nome. O senador paulista já fez isto, concorreu com Lula em 2002 quando o partido inteiro sabia que o atual presidente seria o candidato. A seguir, o trecho em que a tendência trata da sucessão de Lula no documento: A candidatura do PT à presidência da República, em 2010, vem sendo debatid...

Aliados, peró no mucho...

A nota reproduzida abaixo é do jornalista Lauro Jardim , da revista Veja , e faz bastante sentido. Colunistas da grande imprensa dão de barato a chapa Serra presidente, Alckmin governador de São Paulo, Quércia senador. Alguns incluem o democrata Guilherme Afif também como candidato a senador. O problema é que a conta não fecha. Quércia exige exclusividade na candidatura ao Senado - sim, serão duas as vagas em disputa, mas se a aliança PSDB-DEM-PMDB lançar outro nome forte, as chances do ex-governador se eleger seriam obviamente reduzidas, pois ele teria que disputar votos no mesmo campo do eleitorado. Já a candidatura de Geraldo Alckmin ao governo é o sonho dos... alckministas, que tentam criar um fato consumado, como fizeram, comtotal sucesso, em 2006. Mesmo a candidatura de Serra não pode ser considerada favas contadas, pois Aécio Neves não é nenhum júnior da política e vai criar embaraços até a definição do nome tucano que concorrerá em 2010 à presidência. E do lado do DEM, Gilbert...

A guerra política e o PAC de Serra

Em comentário anterior, já foi dito aqui que para o governador José Serra (PSDB) o apelido de "PAC paulista" para as medidas anunciadas nesta quinta-feira é politicamente desastroso. Mas isto é só o começo. O post reproduzido abaixo, originalmente publicado no blog do ex-ministro José Dirceu (PT), revela a provável linha de ataque petista contra uma eventual candidatura presidencial de Serra. Segundo Dirceu, o governador esperou seis longos meses para tomar medidas contra a crise. Pode até não ser verdade – Serra alegará que agiu de pronto – e também é perfeitamente compreensível que o governador jogue a batata quente para o colo do governo federal, que tem mais instrumentos para lidar com a crise, mas não se trata aqui de analisar o que é certo ou errado: na política, a imagem é tudo e São Paulo, como já apontaram diversas reportagens, é o estado brasileiro mais afetado pelas turbulências internacionais. Assim, se a idéia de que Serra demorou para agir e acabou permitindo q...

CNT/Sensus, Dilma e Serra

A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira revelou, além da espantosa popularidade do presidente Lula em plena crise financeira global, alguns números interessantes sobre a sucessão presidencial de 2010. No principal cenário, que inclui a ministra Dilma Roussef (PT), o governador José Serra (PSDB) e a vereadora Heloísa Helena (PSOL), a pesquisa aferiu que Serra caiu de 46% em dezembro do ano passado para 42%, Dilma subiu de 10,4% para 13,5% e Heloísa recuou de 12,5% para 11,2%. Há quem aposte que os candidatos serão mesmo esses, talvez na companhia de um ou dois nanicos. Supondo, porém, que Aécio Neves vença a parada e consiga a legenda do PSDB para disputar a presidência, a disputa fica mais apertada: 23% para o tucano, 16% para Dilma e 18% para Helena. Enquanto a ministra ganhou quase quatro pontos percentuais neste cenário, Heloísa caiu um ponto e Aécio perdeu 2. O instituto Sensus também pesquisou outros cenários, com Patrus Ananias, Marta Suplicy e Ciro Gomes como candidat...

Onde passa boi, passa boiada

A matéria abaixo, da Agência Estado, revela o que todo mundo no meio político sabe e comenta, mais em off do que em on : a eleição de Michel Temer (PMDB) na Câmara não é tão líquida e certa como o grupo político que o apóia tenta fazer crer. Temer tem o apoio de 12 partidos, mas este blog duvida que um único deles vote coeso no peemedebista. Também é evidente que a eleição se Sarney no Senado pode complicar a vida de Temer. Sim, ele ainda é o favorito, mas muito provavelmente terá de enfrentar um segundo turno na madrugada da próxima terça-feira. E na madrugada, basta lembrar a eleição de Severino Cavalcanti, tudo pode acontecer... PT admite traições a Temer se Sarney vencer Avaliação foi feita ontem na primeira reunião do ano da Executiva Nacional Vera Rosa A cúpula do PT considera "muito difícil" a eleição de Tião Viana (PT-AC) à presidência do Senado e não descarta a possibilidade de traições na Câmara, caso o senador José Sarney (PMDB-AP)vença a disputa, na segunda-feira....

Dois anos em 2008

O que vai abaixo é o artigo do autor dessas Entrelinhas para o Correio da Cidadania . Um balanço do estranho ano de 2008, em primeira mão para os leitores do blog. Definitivamente, não é nada fácil fazer uma análise retrospectiva sobre 2008. No fundo, foram dois anos em um: o primeiro começou dia 1° de janeiro de 2008 e terminou talvez em 15 de setembro, quando o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, pediu concordata. Sim, é claro que a crise financeira global não começou em 15 de setembro de 2008, mas aquele dia já pode ser considerado um marco histórico porque a partir dali o mercado financeiro entrou em parafuso, ampliando em muitas vezes o pânico já reinante. Foi também a partir daquela data que o sistema de crédito, especialmente nos EUA mas também na Europa, simplesmente parou de funcionar. As linhas existentes foram paralisadas pelo temor de que o governo norte-americano poderia permitir que instituições financeiras de peso simplesmente quebra...

SP: debate fraco termina "empatado"

O primeiro confronto entre Marta Suplicy (PT) e Gilberto Kassab (DEM) neste segundo turno resultou em um programa até bem interessante, com momentos de tensão e muito jogo de bastidores, com a platéia atuando para tentar desestabilizar os dois candidatos. Os marqueteiros também tiveram atuação decisiva, nos dois lados, auxiliando os dois oponentes e calibrando a estratégia de cada um nos poucos minutos que duravam os intervalos. De ponto de vista político, porém, o debate foi fraco, muito centrado em problemas pontuais da cidade. Ora, o mundo está passando por talvez a maior crise da história do capitalismo e o tema só foi abordado em uma questão, e mesmo assim com foco no Orçamento da cidade diante da crise. Isto é muito pouco. Seria muito mais importante para o eleitor paulistano saber qual a análise que cada um faz da crise e das suas consequências para a economia brasileira do que o número de vagas em creches que cada um promete abrir nos próximos quatro anos ou na quantidade de as...

Um erro grosseiro do PT em São Paulo

O autor destas Entrelinhas esteve no estúdio da Band e comenta o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo em seguida, no próximo post. Antes, porém, um breve pitaco sobre a propaganda eleitoral gratuita que voltou neste domingo nas rádios e emissoras de televisão aberta. Este blog avalia que o programa do PT paulistano erra feio ao insinuar a homossexualidade do prefeito Gilberto Kassab (DEM). A vida pessoal dos políticos é um problema particular de cada um e em nada acrescenta ao debate público, a menos que tais condutas impliquem em crimes (uso de drogas ilícitas, pedofilia etc). Além disto, a estratégia pode ser o típico caso de feitiço que se volta contra o feiticeiro, pois Marta Suplicy (PT) é uma defensora histórica dos direitos da comunidade GLTB. Ou seja, além de poder ser caracterizada como "baixaria", a insinuação pode fazer com que ela perca votos nesta comunidade. Uma derrapada feia, que se não for corrigida logo, vai causar problemas sérios à candid...

Perguntar não ofende

A Folha de S. Paulo não gostou nadinha da proposta da candidata Marta Suplicy (PT) de fornecer internet grátis, em banda larga, por meio de antenas que permitiriam o acesso a todos que comprarem uma placa para wireless (rede sem fio). Foi só a ex-prefeita apresentar a proposta e o diário paulistano publicou uma página inteira de bombardeio contra o projeto, com um sem número de ressalvas quanto a segurança do sistema e outros problemas técnicos. A pergunta que não quer calar, pois, é uma só: será que a Folha é contra a proposta de Marta por que a disseminação da internet gratuita atrapalharia bastante a venda de assinaturas do provedor Universo Online, de propriedade do mesmo grupo que publica a Folha ? Ou será que o jornal está mesmo preocupado com a segurança dos internautas de São Paulo? Você decide...

DEM arrisca com slogan "lulista"

"Deixa quem sabe trabalhar". Pelo menos no programa televisivo dos vereadores do DEM, este foi o mote apresentado para exaltar a candidatura à reeleição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Claro que é uma imitação do "deixe o homem trabalhar" da campanha do presidente Lula em 2006. O grande risco é o slogan acabar remetendo o eleitor a Lula e o PT. Neste caso, ao invés de funcionar a favor de Kassab, pode virar propaganda subliminar de Marta Suplicy. Aliás, bastaria o marqueteiro petista enviar um "deixa a Marta trabalhar" para embaralhar ainda mais a estratégia dos democratas...