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Mostrando postagens com o rótulo cartões corporativos

Fim do cartão corporativo
e o debate que ninguém faz

A notícia abaixo já ganhou as manchetes dos portais. Muita gente vai elogiar, mas este blog avalia que se trata de um retrocesso. Pior, o fundamental na questão dos gastos dos altos funcionários públicos ficou de fora do decreto. Senão vejamos. O cartão corporativo oferece a possibilidade de maior transparência nos gastos, tanto que o tal escândalo dos cartões só ocorreu porque os dados relativos ao uso desta modalidade de pagamento são públicos. Mas este é só um detalhe, a questão de fundo é mais importante e diz respeito à remuneração dos ministros, secretários executivos, presidentes de autarquias, enfim, do alto escalão da burocracia brasileira. O fato é que os salários deste pessoal são muito baixos, especialmente na comparação com a iniciativa privada. Um ministro ganhando R$ 8 mil é algo risível, o cargo exige uma responsabilidade enorme, deveria ser bem remunerado. O que ocorre hoje é ridículo, em todas as esferas da administração pública - governos estaduais e prefeituras incl...

Cartão Serra é exclusivo da Mastercard

Reportagem publicada hoje no DCI informa que o governo de São Paulo estuda um contrato para operar com a Rede Visa em seus cartões corporativos. Segundo o secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo, muitos dos saques em dinheiro realizados atualmente acontecem porque estabelecimentos comerciais não aceitam cartões Mastercard, bandeira dos plásticos do governo Serra. O secretário não soube dizer quanto o contribuinte está pagando à Mastercard pela utilização da bandeira nos cartões do governo paulista. O secretário também informou que 24 mil dos 42 mil cartões estão sendo cancelados porfalta de uso. É um espanto: se não estão sendo usados, onde estão esses cartões? O governo Serra simplesmente não sabe quem são os servidores autorizados a utilizar os cartões. Depois dizem que a questão não merece uma investigação detida por uma Comissão Parlamentar de Inquérito...

CPI dos Cartões: pizza no forno

O sucesso das negociações em torno da presidência da CPI Mista que investigará o uso indevido dos Cartões Corporativos apenas prova a hipótese lançada neste blog quando a oposição começou a urrar pelos corredores do Congresso: "queremos CPI, queremos CPI". Vamos relembrar: em uma das raríssimas vezes em que a atrapalhada articulação política do Planalto agiu com rapidez no Congresso, o governo devolveu os berros de Virgílio e seus companheiros com um desafio singelo: "Nós também queremos CPI e vamos investigar a bandalheira toda, desde 1998, quando foram criados os cartões". A oposição ficou então com "medinho", como diria o impagável Capitão Nascimento, enfiou o rabo entre as pernas e foi pensar no que fazer para evitar a descoberta dos vinhos Romanée Conti comprados com o cartão da bandeira FHC, ao módico preço de R$ 28 mil a garrafa. Sem solução à vista, o jeito foi começar a negociar com o governo. No meio do caminho, o acordão esbarrou na composiçã...

Jasson Andrade: ainda os cartões do Serra

O distinto leitor deve estar estranhando a diminuição das denúncias sobre uso indevido de cartões corporativos na grande imprensa brasileira. De fato, depois que foram descobertas falcatruas com os cartões do governo de São Paulo, os jornalões resolveram pegar mais leve. Afinal, ficaria meio ridículo só publicar matérias sobre os cartões federais se em São Paulo, sob o austero governo do candidato à presidência de 9 entre 10 grandes grupos de mídia, o tucano José Serra, a bandalheira é semelhante. Sobre este assunto, Jasson de Oliveira Andrade, um atento leitor do Entrelinhas , escreveu o texto abaixo, cuja leitura este blog vivamente recomenda. Volto a escrever sobre os cartões corporativos. Agora só o do Serra. É que a mídia apenas fala daqueles do governo federal. Jornal de Mogi Guaçu, por exemplo, escreveu dois editorais e alguns artigos. Não citou os cartões do Serra. Além do mais, teremos a CPI federal. Em São Paulo não se permitiu a investigação pela Assembléia. Com a investigaç...

Rodini: cartão vermelho neles

Em mais uma colaboração com o blog, Jorge Rodini, diretor do instituto Engrácia Garcia de pesquisas, escreve diretamente de Ribeirão Preto, terra do famoso Pinguim, sobre o escândalo dos cartões corporativos. A seguir, a íntegra do comentário. No país da abundância das riquezas naturais e da ausência de catástrofes da natureza, o Administrador Público insiste em criar facilidades para seus apaniguados. A utilização do Cartão Corporativo, em tese, é saudável, pois proporciona transparência e agilidade operacional para despesas pequenas ou extraordinárioas. O problema não é o Cartão, mas quem detém a posse dele. No Brasil, seu uso indiscriminado gera situações cômicas, ridículas e mostra a falta de respeito com o suado dinheiro do povo. Ministros tomando chopp no nosso Pinguim, fazendo compras em Free-Shop e aspones comprando em Camelódromos mostram a falta de critério de quem decide os portadores do cartão. Qual a diferença entre a ação da Ministra Matilde e a do Ministro da Pesca. Ne...

FHC e a chef de US$ 12 mil

Está muito interessante o texto do jornalista Janio de Freitas publicado hoje na Folha de S. Paulo e reproduzido abaixo. Vale a pena ler na íntegra. A parte mais interessante está em negrito. Presidentes sem segurança A CONDIÇÃO para o acordo por uma CPI mista é excessiva, ao vedar a priori que o exame dos gastos "eventuais", de 1998 para cá, alcance as despesas encobertas da Presidência propriamente dita, tanto no segundo mandato de Fernando Henrique como nos anos de Lula. Não é o único problema do acordo, nos termos em que foi propalado ontem. Proposto pelo governo, por intermédio do seu líder no Senado, Romero Jucá, o acordo é a segunda tentativa aprovada por Lula para amoldar a CPI à sua conveniência. A primeira foi a proposta de inclusão do período Fernando Henrique e o inquérito só no Senado, não por comissão mista, de senadores e deputados, pretendida pela oposição. Se a primeira fórmula sugeria a intenção de retrair o PSDB e o DEM e, em último caso, embaraçar o inquér...

Much ado about nothing

Hoje vários líderes oposicionistas estão reclamando com muita veemência do acordo em torno da CPI dos Cartões e também da indicação, pelo PMDB, do senador Neuto de Conto (SC) para presidir a Comissão. Para quem está de fora, pode parecer que os tucanos e democratas estão realmente incomodados. Na verdade, não estão, é tudo jogo para a torcida: os termos desta CPI foram negociados por emissários do Palácio do Planalto, de um lado, e do simpático apartamento da rua Rio de Janeiro, no bairro de Higienópolis, onde mora o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por outro. Já está tudo combinado e o resto, como diria o bardo, é muito barulho por nada.

CPI Mista: meia calabreza, meia margherita

A imagem é batidíssima, mas não há outra melhor: a CPI Mista que vai investigar os gastos com cartões corporativos já nasceu com a marca do acordão, saída tradicional na política brasileira quando a encrenca é, digamos assim, suprapartidária. Está claro que o pessoal combinou direitinho: vocês não tocam no nosso líder, nós não tocamos no de vocês. Salvo acontecimento excepcional, esta CPI vai pegar três ou quatro bagrinhos, talvez dois de cada lado, propor uma série de medidas saneadoras (que jamais serão transformadas em realidade) e, o que é mais importante, servir de holofote para alguns parlamentares-candidatos nas eleições deste ano. E segue a vida...

FHC usa cartão corporativo do governo Lula

O bicho vai pegar, como se diz por aí: as notas abaixo, da coluna do jornalista Cláudio Humberto, ajudam a jogar gasolina na fogueira já muito quente dos debates sobre o uso dos cartões corporativos. Por que raios um ex-presidente tem direito a R$ 1 mil mensais de cota de gasolina, pago pelo bolso do contribuinte, é algo que os tucanos terão de explicar. Batom na cueca é pouco perto deste verdadeiro absurdo. FHC também usa cartão do Lula O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que mantém silêncio sobre a polêmica, também se beneficia da farra do cartão corporativo do governo Lula. Documento sigiloso em poder da coluna mostra que um funcionário da Presidência da República colocado à sua disposição, Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, é titular de um cartão corporativo com o qual são pagas algumas despesas de FHC, em São Paulo. Carros beberrões Desde o ano de 2004 até janeiro deste ano, a Presidência da República usou R$ 47.008,00 do cartão para abastecer carros de FHC. O mesmo posto ...

Perguntar não ofende

Uma boa questão para o mais ativo representante de Fernando Henrique Cardoso no Congresso Nacional, senador Arthur Virgílio (PSDB-AM): ex-presidente da República pode pagar gasolina com cartão corporativo do governo federal? O blog aceita que o senador responda do ponto de vista legal e/ou do ponto de vista ético. Ou ambos, se preferir. A charada será explicada amanhã.

Romanée Conti e FHC, tudo a ver

Abaixo, três notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto. Mas pelo que vai nos bastidores tucanos, o jornalismo pátrio teria mais assunto investigando os negócios do ex-primeiro-filho Paulo Henrique, o PHC. Lula quer expor luxos de FHC O líder do governo no Senado, Romero Jucá, propôs a CPI dos Cartões Corporativos desde FHC porque o presidente Lula está louco para expor as extravagâncias do antecessor na mordomia do Palácio da Alvorada. Em lugar de uísque e cachaça, itens favoritos na mordomia da era Lula, nos tempos de FHC houve excessos, por exemplo, na compra de vinhos caros como o francês Romanée-Conti, que custam R$ 28 mil a garrafa. Custou caro Lula adora um dossiê mostrando os custos do governo com a operação para desocupar a fazenda de FHC invadida pelo MST em Buritis (MG). Olho por olho Em eventual CPI dos Cartões, o presidente Lula deve expor as despesas de Luciana, filha e secretária particular de FHC, no governo tucano. Fino trato Entre os luxos do ex-presidente FHC...

Iglecias: Transparência não tem preço

Em mais uma colaboração para o blog, o professor Wagner Iglecias escreve sobre o assunto da hora: os gastos com cartões corporativos (ou de débito, como querem os tucanos de São Paulo). Abaixo, a íntegra do texto: Senhoras e senhores, foi dada a largada para a enésima batalha entre governo e oposição. São tantas as pelejas que o leitor-cidadão até se confunde. Do mensalão para cá foram muitas. Algumas das mais recentes foram a questão da crise aérea e agora há poucos dias a questão da febre amarela. Mas até mesmo as batalhas políticas andam aceleradas nestes dias que correm e vão sendo substituídas rapidamente. Momo reinava e o Brasil brincava quando veio à tona o caso dos cartões corporativos. Faz tempo que há um murmúrio aqui e ali sobre o assunto, mas a coisa tomou corpo depois que o próprio governo colocou informações sobre alguns gastos de seus funcionários na internet. Como se sabe, já houve baixa na equipe de Lula por conta disso e já houve ministro devolvendo dinheiro. A opos...

A impessoalidade dos gastos da gestão Serra

Não dá para não reproduzir a nota que acaba de ser publicada no site do jornalista Paulo Henrique Amorim. O que vai abaixo desmoraliza as explicações do governo Serra para os gastos com cartões "de débito" (os tucanos fazem questão de dizer que não se trata de cartão de crédito). Afinal, a nota oficial garantia que "nenhum servidor possui cartões para pagamento de despesas pessoais". Nothing personal , mas como explicar as despesas a seguir? "TAPIOCA" DO SERRA TEM COCADA Paulo Henrique Amorim Máximas e Mínimas 925 . O presidente eleito José Serra diz que não tem uma “tapioca”, mas "um sistema eletrônico para realização de despesas do dia-a-dia". . O Secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, diz que 90% dos gastos da “tapioca” do Serra foram em "vale transporte". . Uma análise PRELIMINAR da tapioca do Serra revela, porém: . Gasto de R$ 111,20 no Bom Baiano, uma loja de doces. Deve ser em cocada... . R$ 269 no Mundo das Cozinhas...

Ainda sobre os cartões do governo Serra

Os dois jornalões de São Paulo abriram espaço para os gastos do governo paulista com cartões, com base no que foi divulgado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, ontem, no site Conversa Afiada . Não se tratava de informação exclusiva – o próprio jornalista informou que o material sobre os gastos com cartões era fruto de uma requisição do líder do PT na Assembléia Legislativa e havia sido entregue para Folha –, mas o fato é que a publicação em primeira mão da notícia na internet de certa forma acabou forçando os jornais a publicarem com destaque a farra tucana: na Folha , mereceu manchete, e no Estadão , uma chamada ao lado da manchete. Os dois jornais destacaram a resposta do governo de José Serra (PSDB), mas evitaram mostrar as incongruências das informações enviadas pelo governo do Estado, em nota oficial. Os tucanos estão tentando caracterizar o sistema de cartões de São Paulo como algo completamente diferente do que se faz na esfera federal e evitam até mesmo chamar os cartões d...

Governo Serra reconhece saque de R$ 49 mi

A secretaria da Fazenda já confirmou os números de Paulo Henrique Amorim: o governo de São Paulo realmente gastou R$ 109 milhões de reais em cartões corporativos no ano passado. O valor dos saques na boca do caixa é mesmo de quase R$ 49 milhões. O encarregado pela Fazenda de explicar tamanha lambança à imprensa, porém, não se assanhou e disse que há nada de errado com os saques em dinheiro. Já o deputado Mendes Thame (PSDB-SP) garantiu à solerte repórter Patrícia Acioli , do DCI , que o dinheiro sacado tem correspondência com notas fiscais em poder das secretarias estaduais: "cada centavo bate", afirmou. Ok, agora conta a do papagaio, deputado... Ou peça o senhor mesmo uma CPI para verificar direitinho os centavos realmente batem. Afinal, quem não deve, não teme.

PHA: saque no caixa é 44% do cartão de Serra

A nota publicada aqui ontem à noite indagava: quem mais utiliza cartão corporativo no Brasil? Só o governo federal? Não seria bom comparar o padrão de gastos para esclarecer melhor os brasileiros? Pois o jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu site Conversa Afiada, já começou a dar algumas pistas sobre tais questões. O PSDB, inventor do cartão corporativo, adota o sistema pelo menos em São Paulo. Curiosamente, os tucanos fazem o mesmo que andam criticando ferozmente na esfera federal: usam o cartão para sacar dinheiro na boca do caixa. E não foi pouca coisa, quase R$ 50 milhões. Voltaremos ao assunto. Funcionário da liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo entregou ao editor do Conversa Afiada Givanildo Menezes as tabelas anexas. São dados que constam do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária). Só os líderes na Assembléia têm acesso a esses números. Note bem: o gasto total com cartões corporativos no Estado de São Paulo em 2007 chegou a R$ 108 ...

Weis: a sete na caçapa e o taco que espirrou

O jornalista Luiz Weis não é nenhum cumpanheiro , pelo contrário, é editorialista do jornal O Estado de S. Paulo , sobre o qual também não paira a menor suspeita de petismo. Vale a pena ler o artigo abaixo, que Weis publicou hoje no blog Verbo Solto . Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Uma coisa é revelar, como faz a Folha hoje, que “os cartões de crédito corporativo do governo foram usados por servidores de universidades federais para pagar contas de mais de R$ 1.000 em restaurantes de luxo, além de compras de padarias de alto padrão e e, lojas de festas". É um escândalo. Uma coisa ainda é revelar, como fez o Globo ontem, o “pagamento de R$ 1.400 em favor da DF Sinucas, loja especializada em material de lazer”, feito pelo servidor Francisco R. M. Silva, lotado na coordenação geral de recursos logísticos, do Ministério das Comunicações. É um escândalo. Este eventualmente levará à demissão do responsável, informou nota do Ministério. [Ontem mesmo se apurou que o gast...

Jabuti não sobe em árvore

A polêmica sobre os gastos com cartões corporativos do governo federal não sai mais da boca da oposição e vai ganhando cada vez mais espaço na grande imprensa. A cada nova notícia das despesas de ministros e servidores públicos, a impressão que se tem é que este governo consegue parir um megaescândalo por minuto. Se o cidadão aí pensar um pouco, no entanto, vai começar a achar esquisito tanta lambança aparecer logo em um site oficial do governo. Mais ainda: os números estão no Portal Transparência desde 2004 , só que ninguém tinha reparado no assunto. Esquisito, não? E por que só agora, se os cartões são usados desde o governo Fernando Henrique? Tem algo muito errado nesta história. Como diz o ditado, jabuti não sobe em árvore, se ele está lá no topo da árvore, ou foi mão de gente ou foi enchente... Antes de fazer julgamentos morais sobre as despesas do governo, algumas perguntas deveriam ser feitas e respondidas, didaticamente, pela imprensa: 1. Como fazia a turma que governava ant...

Governo acerta ao apoiar CPI dos Cartões

Foi inteligente a manobra da base aliada em apoiar a criação de uma CPI no Senado para investigar as denúncias sobre gastos de cartões de crédito corporativos. A oposição vai ficar sem discurso – já está dizendo que o governo quer "dominar" a Comissão, o que no fundo é bobagem, porque toda CPI embute um risco político considerável – e o governo mais uma vez mostra que está disposto, sim, a investigar todas as picuinhas que os demos e tucanos conseguem achar por aí. Com a postura transparente, Lula e sua turma deve contornar mais esta casca de banana e a popularidade presidencial capaz de crescer mais uns pontinhos.

Ainda os cartões: atestado de honestidade?

Em alguns casos, os gastos dos cartões de crédito corporativo por gente do primeiro escalão do governo Lula, que vêm sendo apontados de maneira quase histérica na grande imprensa, são verdadeiros atestados de honestidade de quem os utilizou. É o caso do presidente do Incra, Rolf Hackbart, que gastou, de acordo com a cada vez mais udenista Folha de S. Paulo , a monstruosa quantia de R$ 655,98 em 2006. Sim, são seiscentos e cinquenta e cinco reais e noventa e oito centavos, o que não paga nem os vinhos tomados no Fasano por Fernando Henrique, Aécio Neves, Tasso Jereissati e José Serra naquele famoso jantar em que os quatro tentavam emparedar Geraldo Alkcmin, em 2006, para fazer de Serra o candidato do PSDB à presidência. No ano em que Hackbart mais usou o cartão (2004), ele gastou, ainda segundo a Folha , R$ 8.415,60. Uma média de R$ 23 por dia. Ou os jornalistas não sabem fazer contas ou estão de má-fé...