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Mostrando postagens com o rótulo crescimento econômico

Era tudo que "o cara" queria

Tudo que o presidente Lula precisava agora é da notícia reproduzida abaixo, do portal G1: mais uma agência de risco atribuindo grau de investimento ao Brasil. Sim, é importante porque foi a primeira elevação de nota de risco desde o início da crise. Dá a Lula mais uma “prova” na tese de que o Brasil foi pouco afetado e de que por aqui as coisas não passaram mesmo de marolinha. O presidente Lula tem uma eleição difícil pela frente porque não poderá disputá-la. Se concorresse, não teria adversário à altura. Dilma Rousseff não é lá uma Brastemp, mas com 80% de popularidade, na hora que a campanha começar, é possível que Lula faça a diferença. Para isto, porém, ele precisa de um discurso, não basta apenas dizer que Dilma é a sua continuidade. Com a economia nos eixos, este discurso está pronto: “se o tucanato voltar ao poder, vocês, brasileiros vão se lembrar como era um país que a cada marolinha lá fora sofria um tsunami aqui dentro”. É o discurso do medo de um retorno ao passado que ning...

Coitada da oposição...

As chamadas abaixo, da Folha Online, revelam como será complicado para a oposição conseguir um discurso para a eleição de 2010, pelo menos no campo econômico. O Brasil vai bem, muito melhor do que José Serra calculou que poderia se sair na conjuntura da crise. Serra apostava no alto desemprego para se vender como "desenvolvimentista", agora volta à condição de gerente, um papel que Alckmin experimentou e não se deu lá muito bem. Lógico que é muito cedo para a base governista cantar vitória, até porque não é Lula o candidato (se fosse, nem Jesus Cristo conseguiria tirar o terceiro mandato dele). Mas que o caminho e o discurso dos governistas está óbvio - "é a economia, estúpido" -, já não resta mais dúvida alguma. A menos, óbvio, que um novo terremoto econômico detone o sistema até outubro de 2010. Agência Moody's vê novo ciclo de expansão da América Latina e Brasil como líder da região Segundo agência de classificação de risco, a América Latina foi bem sucedida ...

Mais uma da marolinha

É, parece que as coisas estão cada dia mais próximas da normalidade "pré-crise" no Brasil. A matéria abaixo, capturada do portal UOL, mas de origem da agência Reuters, mostra a situação do mercado de crédito. Segundo o presidente do BC, Henrique Meirelles, as coisas estão já no patamar que estavam antes da turbulência de setembro de 2008. O presidente Lula é mesmo um homem de muita sorte - a "marolinha" poderia enterrar a candidatura governista, caso o país sucumbisse. Como não sucumbiu, agora é a oposição que tem de correr atrás do prejuízo e inventar um discurso para contrapor ao do presidente de que sob o seu comando, o Brasil "nunca quebrou", coisa que com os tucanos no Planalto, aconteceu três vezes. Se João Santana for esperto (e pagar royalties a este blog), deveria usar a imagem de que sob FHC, qualquer marolinha virava tsunami, ao passo de que no governo Lula, um tsunami se tornou mera marolinha por causa da ação firme do presidente. Se no è vero,...

Reconhecimento necessário

Alô, tucanos, alô, democratas. Não é da Agência Brasil o conteúdo abaixo, é do UOL, reproduzindo o Le Monde francês, aquele da terra de FHC e de tantos outros çábios, como diria o Elio Gaspari. É chato, mas Lula tinha razão... Lula teve 'visão correta' ao falar que crise era 'marolinha', diz 'Le Monde' O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão "bastante correta" ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma "marolinha", diz artigo publicado no jornal francês Le Monde nesta quinta-feira (leia a matéria em português aqui). O diário argumenta que a recessão no Brasil durou apenas um semestre, citando o aumento de 1,9% do PIB no segundo trimestre de 2009, após queda nos dois trimestres imediatamente anteriores, além da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo e do real. "A rápida recuperação do Brasil demonstra a precisão da estratégia adotada pelo governo e concentrada no apoio do mercado interno. As...

Recordar é viver

Dois momentos, duas matérias. Primeiro, a manchete da Folha de S. Paulo de 11/03/2009. Mentirosa, é claro, porque não era verdade o que estava anunciado no título. Muitos países tiveram quedas no PIB piores da que a do Brasil, por mais tempo e em maior intensidade. Na verdade, o Brasil foi dos menos afetados pela crise financeira mundial. Mas para a Folha o que vale é bater no governo... E, hoje, matéria da BBC reproduzida pela Folha Online, que este blogueiro duvida que será manchete da Folha de S. Paulo amanhã, sábado: Brasil tem uma das maiores recuperações pós-recessão; veja dados FABRÍCIA PEIXOTO da BBC Brasil O crescimento da economia brasileira, de 1,9% no segundo trimestre, representa um dos melhores resultado entre os países que estavam em recessão, segundo dados da agência de classificação de risco Moody's e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A maior recuperação do trimestre foi registrada pela Turquia (+ 2,7%), onde a economia encolhe...

Acabou a recessão, marolinha já passou

Se o presidente Lula for esperto, e até o mais renhido oposicionista reconhece que ele é, usará na campanha de 2010 o mote da marolinha para mostrar ao povão que a crise no Brasil pegou bem pouco, foi muito mais branda do que esperavam os economistas-catastrofistas de plantão. Mais: vai forçar a comparação com a gestão Fernando Henrique Cardoso, quando qualquer marolinha lá fora se tornava um tsunami aqui dentro. A notícia abaixo está em todos os portais, aqui na versão do UOL. A recessão acabou e o crescimento deste trimestre foi bastante vigoroso. O país está saindo bem da crise e se não houver um recrudescimento dos problemas nos EUA, 2010 deve ser mais um ano de crescimento econômico. PIB do Brasil cresce 1,9% no 2º trimestre, e país sai da recessão O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,9% no segundo trimestre deste ano, em relação ao primeiro, para R$ 756,2 bilhões (veja gráfico ao final do texto). Segundo informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geog...

Olha a marolinha aí, gente...

A notícia do dia está em todos os portais e abaixo, na versão da Folha Online. Inadimplência cai 13% em agosto impactada por emprego, diz SPC A inadimplência dos consumidores caiu 13,16% em agosto, em relação a julho, e 1,38% em relação a agosto do ano passado. No acumulado do ano a queda foi de 8,8%. Segundo levantamento da SPC Brasil/CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), a queda foi impulsionada pela recuperação do emprego e pelo aumento da massa salarial do trabalhador. Bem, não é preciso ser nenhum gênio da economia para perceber que uma queda desta magnitude significa que a economia brasileira está se recuperando do baque da crise. Mas não é só isto. Em 2010, terá um significado bastante importante o PIB deste ano de 2009, mais até do que a sensação de recuperação econômica que 2010 certamente vai apresentar. É que em todas as outras crises, muito mais brandas do que as atuais, o Brasil sucumbiu. E naquela época, quem é que tomava conta da lojinha? O tucanato... Ag...

Estadão: crise foi só uma marolinha mesmo

A reportagem abaixo é a manchete deste domingo do jornal O Estado de São Paulo . Do cenário que o Estadão apresenta, é possível concluir que o presidente Lula tinha razão: a crise no Brasil foi mesmo só uma marolinha. Na comparação com outros países, inclusive os vizinhos, talvez nem isto. A "maior crise da história do capitalismo desde 1929" (ou talvez ainda maior do que a de 29), como vendeu a grande imprensa desde o final do ano passado, não foi suficiente para arrebentar com a economia brasileira. De duas uma: ou a tal crise não é tão grave assim ou o Brasil conseguiu passar por ela em condições excepcionalmente boa. Nos dois casos, deve ser mérito do Fernando Henrique Cardoso, não é mesmo? Um ano depois, Brasil passa no teste e sai da crise maior do que entrou Para especialistas, avanço do País e de outros emergentes é uma das características do mundo pós-crise Fernando Dantas O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa...

Emprego em alta pelo 6° mês seguido:
deve ser mais um mérito de FHC...

A matéria abaixo, da Folha Online, de certa forma confirma a análise de Julio Gomes de Almeida, reproduzida no post anterior. O Brasil está se saindo muito bem na crise econômica mundial, a pior desde 1929, segundo os jornalões brasileiros. Sob FHC, com crises menores, o país, como diria o presidente Lula, sifu . Mas os tucanos também devem achar que a recuperação do emprego é mérito do príncipe da sociologia... Emprego formal cresce pelo 6º mês e registra melhor resultado do ano EDUARDO CUCOLO da Folha Online, em Brasília A economia brasileira registrou a criação de 138.402 vagas com carteira assinada em julho, o sexto mês seguido de resultados positivos no emprego formal, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o melhor do ano. O número de julho representa a diferença entre 1,398 milhão de contratações e 1,259 milhão de demissões no período. Devido aos efeitos da crise econômica no Brasil, entre novembro e janeiro, haviam sido fechadas quase 80...

Brasil atravessa bem a crise e o mérito
não é de Fernando Henrique Cardoso!

Está muito bom o artigo abaixo, publicado no excelente Terra Magazine, de Bob Fernandes. O professor Julio Gomes de Almeida, mostra como as políticas públicas do governo Lula estão ajudando o país a superar a crise econômica. É, parece que desta vez os tucanos não vão poder dizer que os méritos do bom momento da economia nacional devem ser atribuídos ao ex-presidente FHC, aquele que quebrou o país três vezes e até hoje acredita em ter implantado os "bons fundamentos" da economia nacional... O segredo do crescimento do comércio Julio Gomes de Almeida De São Paulo As políticas públicas de investimento e de rendas são muito combatidas no Brasil, mas a crise econômica mostrou como podem ser importantes e não somente como instrumento de desenvolvimento da infraestrutura e da redução das desigualdades sociais, mas também como mecanismo anticíclico. Os dados do varejo nacional para o primeiro semestre mostram que poucos setores da economia contribuíram tanto para sustentação do níve...

Boa notícia nos EUA

Abaixo, na versão da Folha Online, o comentário da Casa Branca a respeito do desemprego nos Estados Unidos. O número veio melhor do que o esperado e está animando as bolsas de valores do mundo inteiro. Fim da crise? A ver, pois embora o número reporte uma melhor no mercado de trabalho, há um dado preocupante - diminuiu bastante a População Economicamente Ativa do país, o que significa que menos gente está à procura de emprego. Em economês, isto se chama "desalento". Só uma sequência mais longa de dados poderá comprovar que a economia norte-americana de fato está se recuperando do tombo do ano passado. Melhor torcer por isto. Queda do desemprego mostra que EUA "saíram do poço", diz Casa Branca da Folha Online Os números do mercado de trabalho nos Estados Unidos melhores que o previsto mostram que a economia americana "saiu do poço", afirmou nesta sexta-feira a Casa Branca. "Os dados publicados nesta sexta-feira são outra prova de que saímos do poço e q...

Deve ser a crise...

Míriam Leitão dirá que os ricos pararam de comprar iates e estão se esbaldando nas compras no supermercado. Ou então que a patuléia está estocando comida com medo do futuro incerto que vem por aí... Lucro líquido do Pão de Açúcar cresce 154,9% no 2º trimestre da Folha Online O Grupo Pão de Açúcar anunciou nesta terça-feira um lucro líquido de R$ 131,7 milhões no segundo trimestre, um aumento de 154,9% em relação ao mesmo período de 2008. A margem líquida foi de 2,6%, uma melhora significativa em relação à margem de 1,2% registrada no mesmo período do ano anterior. Excluindo gastos com reestruturação e amortização do ágio, o lucro da rede cresceu 71,8%. De acordo com as informações divulgadas, as vendas brutas do Pão de Açúcar cresceram 15,4%, para R$ 5.641,3 milhões entre abril e junho. Já as vendas líquidas encerraram o trimestre em R$ 5.006,9 milhões, com elevação de 18,1%.

Os números da indústria no 1° semestre
de 2009: catástrofe ou recuperação?

Está nas manchetes dos portais a notícia de que a indústria brasileira teve neste ano "o pior 1° semestre desde 1975", segundo as estatísticas divulgadas pelo IBGE. Parece então que uma catástrofe está em curso na economia brasileira, mas, infelizmente para a oposição ao atual governo, não é verdade, conforme explicam as próprias matérias publicadas em alguns dos portais - nem todos, porém, esclarecem os desavisados. Se o leitor parar para ler com atenção a reportagem abaixo, do portal UOL, vai entender direitinho o que acontece. Lá pelo meio da matéria está escrito o seguinte: "O resultado, no entanto, ainda é reflexo do tombo ocorrido nos dois últimos meses do ano passado. Em 2009, a indústria só vem registrando expansão. Em junho, a produção subiu 0,2% ante maio, marcando a sexta alta seguida. Desde janeiro, o aumento acumulado é de 7,8%. Ainda assim, a atividade em junho ficou 10,9% abaixo do verificado no mesmo mês de 2008, época em que o setor estava em expansão a...

Uma notícia, duas manchetes

No portal UOL, do Grupo Folha: Atividade industrial em SP cai 12,8% em um ano, diz Fiesp No Estadão.com, do Grupo Estado: Fiesp: nível de atividade da indústria sobe 2% em junho O leitor decide o que é mais relevante e merecia ser a manchete: o dado de junho, que mostra, finalmente, alguma recuperação da indústria após o megatombo do final do ano passado; ou o dado acumulado do ano, que "carrega" a estatística dos meses mais feios da crise... Nas redações, a pergunta é sempre a mesma: "o que há de novo?". Na Folha , porém, a coisa é um pouco diferente: "o que há de bom para ferrar o governo?" (a pergunta vai na versão passível de publicação neste blog). Podem apostar: quando os dados anualizados começarem a ser favoráveis ao governo, lá por outubro deste ano (porque comparados a uma base muito fraca, em função da crise), a Folha vai começar a destacar as comparações mensais, como fez o Estadão hoje...

Nunca antes nestepaiz...

Está na manchete da Folha Online: Juros do crédito pessoal caem para menor nível desde 1994 Pesquisa divulgada hoje pelo Banco Central apontou ainda que a inadimplência das empresas e do consumidor subiu pelo 7º mês seguido e atingiu o maior patamar desde 2000. Chega a ser engraçado: lendo a matéria, o leitor fica sabendo que os juros do crédito pessoal chegaram ao menor nível da série histórica , iniciada em 94. Se tal fato tivesse ocorrido no governo de Fernando Henrique ou, hipoteticamente, de José Serra, o pessoal da Folha teria certamente sapecado na manchete: Juros do crédito pessoal atingem menor nível da história . Sob Lula, a conversa é outra: sempre que a notícia é ruim, a manchete ressalta a ruindade dos fatos; quando a notícia é boa, atenua-se o seu lado positivo... Jornalismo é isto: palavras escolhidas para retratar os fatos de acordo com a ideologia de quem as publica.

Durou pouco?

Capa da Folha de S. Paulo em 10 de junho de 2009: Capa da Folha de S. Paulo hoje, 28 de julho de 2009: O leitor que tire a suas conclusões: estava certa a Folha em noticiar em manchetes garrafais uma "recessão" que praticamente todos os analistas econômicos já sabiam ser apenas "técnica"? Ou será que o jornalão exagerou na chamada para o cenário catastrófico pelo qual o Brasil passaria e que pelo visto já tinha terminado quando a manchete foi publicada? Você, caro leitor, decide!

Cadê a crise que estava aqui?

Até a Míriam Leitão, quem diria, reconhece a boa noticia do dia... Do blog da colunista global: Taxa de desemprego As boas notícias do mercado de trabalho Várias boas notícias no dado divulgado hoje pelo IBGE. A taxa de desemprego de junho caiu para 8,1% em relação ao 8,8% do mês de maio. E ficou estável em relação a junho o ano passado, que foi de 7,9%. 1) A primeira boa notícia é a queda em si, em mês em que sazonalmente deveria ter aumentado; 2) O primeiro semestre termina sem que a taxa de desemprego chegasse a dois dígitos, que era a previsão e o temor de vários analistas; 3) A renda real subiu 3% em relação ao mesmo período do ano passado. A Pesquisa Mensal de Emprego é calculada pelo IBGE em apenas seis cidades do país, mas que também são as maiores . A pergunta feita ao entrevistado é se ele procurou emprego no último mês. Se ele não procurou, não entra na estatística de desemprego. O economista André Urani me explicou agora há pouco que o mesmo entrevistado é visitado quatro ...

Emprego em alta, de novo

Informações ainda não oficiais - os números serão divulgados amanhã - dão conta de que o número de empregos formais cresceu em junho. Segundo disse o presidente Lula em Maceió, ontem, foram 136 mil postos formais em junho, número ligeirametne superior aos 131 mil de maio. Sim, o crescimento do emprego formal foi bem maior em 2008, mas neste ritmo serão quase um milhão de novas vagas abertas em 2009, o ano da "maior crise da história do capitalismo", segundo a quase totalidade da imprensa tupiniquim. Nada mal atravessar uma crise tão violenta gerando um milhão de empregos, não?

Cadê a recessão que estava aqui (2)?

Estranha recessão, esta, na qual o comércio cresce 4% em relação a um mês bombástico de um ano de boom econômico. Abaixo, matéria do portal UOL a respeito dos dados divulgados hoje. Após dois meses de queda, vendas no varejo crescem 4% e superam previsões Da Redação , em São Paulo As vendas no varejo brasileiro subiram 4% em maio na comparação com igual período do passado e 0,8% em relação a abril, após dois meses seguidos de queda, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira. Economistas consultados pela agência de informações Reuters previam um crescimento mês a mês de 0,4% e uma alta de 3% sobre maio de 2008. No comparativo com maio de 2008, o volume de vendas foi maior em sete das dez atividades pesquisadas, com destaque para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que verificaram acréscimo de 6,7%, o maior impacto na formação da taxa global do varejo. Já na passagem de abril para maio, o levantamento mostra qu...

Cadê a recessão que estava aqui?

A matéria abaixo, da Agência Reuters, revela que o mercado financeiro continua corrigindo a sua expectativa para o PIB brasileiro de 2009. Agora, a previsão é de declínio de apenas 0,34% no produto deste ano. Em mais algumas semanas este número vai zerar e provavelmente no segundo semestre já haverá previsão de algum crescimento neste ano. Mais um dado desanimador para as oposições, que apostavam em um número negativo para cair matando na política econômica de Lula. O problema é que, pelo menos até aqui, as medidas tomadas pelo governo estão surtindo efeito e o Brasil vai passando pela "maior crise do capitalismo" de maneira surpreendentemente positiva. Se continuar assim, no final, em 2010, o presidente poderá dizer que por aqui, foi só uma marolinha mesmo... Mercado melhora previsão de PIB e vê inflação maior Relatório Focus aponta retração de 0,34% do PIB este ano ante declínio de 0,50% na estimativa anterior Daniela Machado SÃO PAULO - O mercado melhorou a previsão para o...