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Pausa esportiva

O autor destas Entrelinhas já ia esquecendo de escrever uma rápida análise do fim de semana futebolístico. Nada sobre a selecinha do Dunga, que não merece uma única linha por aqui, mas sobre o clássico de sábado à tarde, que terminou do jeito que este blogueiro previa. De toda maneira, não vai ser mais necessário escrever coisa alguma, porque o blog faz suas as palavras do jornalista Ricardo Kotscho, que com seu brilho usual analisou a peleja em post no Balaio do Kotscho, reproduzido abaixo para os leitores do Entrelinhas.

Dá-lhe Tricolor! Chora Palestra!

Placar do Morumbi: São Paulo 1, Palmeiras 0.

O Palmeiras pode até ser campeão paulista de novo, já que o meu São Paulo não dá muita importância para esses campeonatos regionais, mas invicto é que não vai mais ser.

Não tem jeito. Desde o meu tempo de menino em que o Palmeiras era chamado pelos antigos de Palestra Itália, podia ficar invicto um tempão, como agora, liderando o campeonato com folga, como agora, mas quando chega a hora de enfrentar a camisa tricolor, eles pipocam.

Perdão, leitores, pela falta de isenção, imparcialidade, essas coisas, mas só de ver o desespero do Vanderley Luxemburgo, soltando todos os palavrões do mundo, esgoelando-se à beira do campo, vendo seu time dominar a maior parte do jogo, ter mais oportunidades de gol e não conseguir fazer nenhum, já me dá uma alegria imensa.

Ganhar do Palmeiras não tem preço, como diz aquela propaganda. O nosso time tem um goleiro chamado Rogério Ceni e um técnico marrento de nome Muricy Ramalho, que valem por meio time. O resto a sorte ajuda.

Com aquele gol do velho Washington velho de guerra logo aos 2 minutos, a ajuda da trave e da sorte o tempo todo, nosso time de funcionários aplicados, mas sem muito brilho, acabou com o papo da porcada inteira _ e é isso que vale, o resto é comentário de analista esportivo independente, o que não é o meu caso.

Explico: metade da minha pequena família é palmeirense. O São Paulo pode perder de todo mundo, menos do Palestra do meu genro, o boa praça Fernando Ansarah, que levou dois dos meus três netos para o lado dele, mas deixou escapar a do meio que não tira a camisa do tricolor por nada.

Dá-lhe Tricolor! Chora Palestra!

Comentários

  1. Ridículo essa análise. Tem q ser coisa de bambi mesmo. O problema do Palmeiras assim como a da maioria dos times brasileiros esta em suas diretorias corruptas e que não dão a mínima para o time e a torcida. Agora com o Beluzzo até dá uma ponta de esperança, mas hj em dia se o salário atrasa o jogador não joga, faz corpo mole e por ai vai. Esses tipos de analises como a do Kotscho e do blogueiro revelam a mentalidade pequena e arrogante dos bambis. Hj em dia bambis estão pior que os gambás. O SP é tão largo q até o estádio foi construido na base da irregularidade com dinheiro público, mas isso já é história né?

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