quinta-feira, 26 de março de 2009

Operação Castelo de Areia na Veja


O esperto Edu Marcondes esteve na Abril e antecipa a próxima capa de Veja. Bem, se não for isto, vai ser bem parecido... Com direito a brilhantes artigos dos mainardis e azevedos de plantão. Este blog aposta que o primeiro vai bater no juiz De Sanctis e o segundo fará uma inesquecível defesa da carola dona da Daslu.

5 comentários:

  1. Impressionante a "possível" capa! É mais ou menos isso que tem acontecido nos últimos 6 anos. Mas dessa vez os baluartes da moralidade pública do demo/psdb/pps, tendo a frente o Agripino, não escapam!

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  2. A Folha mudou o título da matéria.Se envergohou com as críticas.
    Em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u540904.shtml há a reprodução em desenho do esquema fornecido pela PF.

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  3. Estava dando um rolé pelos blogs e acabei caindo lá no surra.org; Acabaram de publicar um post chamado: "Um Quarteirão Chamado BRASIL". Onde mostra o quarteirão da Daslu, e como esse quarteirão representa definitivamente o Brasil. Lindo de se ver...

    http://www.surra.org/index.php?post_id=4749

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  4. É AGORA OU NUNCA! PAU NELES TURMA! VAMOS ENCOSTAR ESSA CAMBADA NA PAREDE!

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  5. “A crise foi causada por gente de pele branca e olho azul”. Que bobagem! O pior é que a frase-manchete dos grandes jornais mundiais não foi contestada. Será que tem um “quê” de sentido? Talvez seja a mea-culpa da discriminação racial histórica impedindo a imprensa mundial de refletir sobre essa afirmação. Ao justificar a afirmação, Luis é capaz de torná-la ainda mais temerosa: “Não conheço nenhum banqueiro negro, ou índio”. É incrível que ele siga na tese de que no palco da crise mundial estão apenas alguns poucos países e seres humanos como atores. No auge da bonança econômica, ou seja, no momento imediatamente anterior ao estouro da bolha, o mundo estava cada dia mais lindo e era um lugar quase perfeito onde TODOS, do mais pobre ao mais rico, então cada vez menos pobre e cada vez mais rico, respectivamente, podiam se deliciar dos frutos do vigor capitalista. Agora, no inferno (será mesmo?), alguns diabos são eleitos os CAUSADORES DO MAL. O resto TODO é um bando de vítimas inocentes, pegos de surpresa pela virada de humor dos mercados. Na economia moderna, o sistema mundial de “vasos comunicantes” que se estabeleceu torna impossível que qualquer país, empresa ou pessoa, com raríssimas exceções, fique na mesa apenas enquanto se está ganhando, e quando a sorte vira bata no forro gritando: “Não quero mais brincar!”.

    Enquanto isso, em terra tupiniquim uma empresária [com cara de índia?] é condenada a 94 anos de prisão, por crimes financeiros e tributários. Estima-se que a sonegação rodeie os 1 BILHÃO de reais. A prisão foi duramente criticada por parte da imprensa, por setores da sociedade e quem diria, pelo presidente da OAB/SP que, em suas palavras, alega que “A lei estabelece quando a prisão por exceção pode ser decretada antes da sentença definitiva: ordem pública, para garantir a paz e garantia da instrução processual. Nenhum desses casos está presente. De maneira que, neste e em tantos outros, nós precisamos evitar a banalização da prisão antes da sentença definitiva”. De fato, a sonegação de 1 BILHÃO de reais não deve causar muitos danos à ordem pública! Foi igualmente surpreendente e tocante o aposto utilizado pela apresentadora do Bom Dia Brasil ao anunciar a notícia: “A OAB qualificou de arbitrária a prisão da empresária, DOENTE, condenada em primeira instância”. Sem entrar no mérito da ato da prisão, o que me chama a atenção é esse posicionamento aberto da sociedade sobre fatos de uma mesma natureza, qual seja a apropriação indevida de recursos alheios, cometida por diferentes personagens. Explico: na presente situação, é cristalina a pronta defesa, pela imprensa dominante e influentes setores da sociedade, dos direitos e liberdade da empresária que, documentado está, afanou uma fábula de recursos da sociedade. Opostamente, para qualquer político envolvido em escândalo deveria ser decretada prisão perpétua, segundo os mesmos defensores mencionados logo atrás. Precisamos mudar essa mentalidade, de que “o empresário que sonega é um esperto, astuto”, e que o “homem público que desvia é um safado, ladrão”. Aqui, como no exemplo da economia mundial, o “Esperto” e o “Safado” são como o “Diabo” e o “Inocente”: estão abraçados calorosamente!

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