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Mostrando postagens com o rótulo campanha eleitoral

A explicação para a derrota de Serra

A nota abaixo, do sempre atento e competente Vinicius Torres Freire, colunista da Folha de S. Paulo, revela o motivo exato pelo qual a oposição será derrotada na eleição deste ano - atenção para os dados em vermelho. É a comparação que o eleitor médio faz - entre um governo e outro -, e o resultado é muito favorável à gestão de Lula na Presidência. Com isto, não tem escândalo ou cara feia que derrube a popularidade do presidente e o favoritismo de sua candidata. Quem viver, verá... PIB de 2010: quem dá mais A consultoria MB Associados acaba de revisar sua estimativa de crescimento do PIB em 2010 para 8%. “Estimativas são estimativas, nada mais do que estimativas”, diria um Odorico Paraguaçu econométrico, mas a MBA é uma das consultorias mais precisas e ponderadas do mercado, além de prestar sempre muita atenção ao mundo da economia real _não vivem apenas de torturar séries de dados em programas de estatística. Como se dizia, 8%. Com recessão e tudo no ano passado, 8% é colossal. Ontem...

Folha dá notícia velha na primeira página

Mereceu chamada de primeira página da edição de segunda-feira (3/12) da Folha de S. Paulo a informação de que a propaganda eleitoral "gratuita" deste ano custou, em renúncia fiscal para rádios e televisão, R$ 191 milhões. Sempre animados, os redatores do jornal cunharam a expressão "Bolsa Político" e foram ouvir cientistas políticos para comentar assunto tão relevante. A animação deve ter sido realmente grande, pois malhar políticos é uma das diversões prediletas dos jornalistsa da Folha , mas nada impedia o jornal de contar que a notícia já havia sido publicada no dia 28 de novembro no Observatório da Imprensa , em texto do professor Venício A. de Lima. Do jeito que saiu, parece até que foi um furo do jornal.

A falsa questão das doações a políticos

A Folha de S. Paulo vem insistindo no tema do financiamento das campanhas eleitorais. No final de semana, o jornal publicou uma série de matérias mostrando que deputados e senadores recebem doações para as suas campanhas de empresas relacionadas aos temas que elegem para trabalhar em seus mandatos. Assim, um deputado que integra a CPI das Armas, por exemplo, foi financiado pela indústria armamentista e o mesmo se deu com vários parlamentares. Ora, fatos como esses são absolutamente normais (e legais, segundo as normas em vigor): estranho seria as empresas financiarem os adversários de suas "causas", digamos assim. É óbvio que os deputados-candidatos buscam recursos entre empresas com as quais mantém algum tipo de relacionamento e é justo que, eleitos, defendam os interesses com os quais se comprometeram. A Folha sabe que não há ilegalidade alguma no que denuncia. A série de matérias na verdade revela apenas a hipocrisia do jornal, que vê o mundo repleto de "corruptos...