A Folha de S. Paulo revela na edição desta quarta-feira que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) também cedeu passagens do gabinete para que a sua namorada viajasse pelo Brasil e para Paris. Suplicy já ressarciu os cofres públicos, mas fica aqui a decepção do blog com aquele que sempre reputamos como o mais honestos dos parlamentares brasileiros. Uma pena, Suplicy parecia ser aquela réstia de esperança no ar: todo mundo fez isto e aquilo? Todo mundo, não! O Suplicy não fez. Enfim, do senador paulista ninguém esperaria a menor malandragem, jamais, até porque ele tem cara de quem simplesmente não sabe como fazer uma malandragem. Pelo que saiu na Folha, sabe direitinho.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Meu primo foi à praia com a família. Eram umas 9 da manhã e ele foi num quiosque comprar cerveja. Só viu um cara careca lá dentro. Perguntou:
ResponderExcluir- O bar tá aberto?
E o cara careca respondeu
-... Eu acho que tá...
Silêncio de uns 5 segundos. meu primo pergunta:
- Quanto é a cerveja?
Cara careca sai puto. Era o Eduardo Suplicy
Resultado: eu sempre soube!
Simples assim:Os roubos"que descobrirem"serao ressarcidos aos cofres publicos!
ResponderExcluirSera que nao escapa um???
So falta agora o Chico Alencar pra casa desabar de vez!
Sabe, Luiz Antonio, que eu também fico chateado com essa história de todo mundo se surpreender que o Suplicy apronte também das suas. No fundo, dá a entender que estamos tão acostumados com a sacanagem que, quando é um Agripino Maia da vida, a gente nem se surpreende e acaba até relevando. Já um Suplicy, oh! A gente não esperava. Mas, pera lá, não importa de onde venha: a indistinção entre público e privado deveria chocar na mesma dimensão, não importando de onde venha.
ResponderExcluirBom, vcs. me desculpem, mas ainda continuo achando o Suplicy um exemplo de político. Ressarciu os cofres públicos, admitiu o erro, é muito mais do que posso dizer sobre a maioria dos politicos desse país.
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