Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Pois é... Como disse o PHA: "o PIG não acerta uma!" Achavam que ficar batendo na tecla do câncer ou ficar falando de peruquinha iria acabar com a candidatura Dilma no nascedouro e parece que acabou tendo efeito contrário! Mas o que poderia enfraquecê-la mesmo talvez seja o assunto terceiro mandato. A conversa é tão esquisita que eu não estranharia um DNA tucano na proposta do deputado sergipano do PMDB.
ResponderExcluirô que coisa... eu que devia ter inventado essa piada! diabo!
ResponderExcluirBem boladam, bem boladam...
Sem querer parecer sexista - e aí vai todo o meu respeito e consideração pelas "cachorras", uh, uh! - até que com este visual o Chirico faria um certo sucesso num baile funk...
ResponderExcluir"A conversa é tão esquisita que eu não estranharia um DNA tucano na proposta do deputado sergipano do PMDB." Ué, não houve três tucanos que assinaram a proposta? Não é pra estranhar mesmo, é isso aí que eles querem: enfraquecer a Dilma. E o Lula ao mesmo tempo, com a badalação de que ele vai topar o terceiro mandato. Eu sou contra: só se o país estivesse em guerra contra potência estrangeira. Ou numa terrível recessão.
ResponderExcluir