Vai ser complicado para o PSDB explicar um caixa um não contabilizado, conforme matérias da revista Veja e do jornal O Globo. É uma situação complicada, porque quem conhece de perto a governadora gaúcha Yeda Cruisius diz que ela é dura na queda, vai até o fim na briga. O potencial de desastre para a campanha presidencial tucana em 2010 no Rio Grande do Sul é grande, enorme, mesmo que os tucanos rifem Yeda e apoiem um nome do PMDB. Ela tem o controle do partido no Estado e se quiser, banca a candidatura à reeleição. Um cenário que force uma intervenção nacional é tudo que Serra (ou Aécio) não gostariam nem de ouvir falar...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Olha, creio que o desgaste do PSDB tá feito. Apoiando ou não o PMDB. Uma pq ficaria feio para os tucanos não tentar a reeleição da Yeda, outra pq se a lançam para a reeleição a cola no Serra de vez.
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