A julgar por matéria da Folha Online enviada por um leitor destas Entrelinhas e postada na área de comentários da nota Pausa para rolar de rir, é recomendável não brincar muito com Nivaldão Cordeiro. Afinal, a única arma deste blog é o teclado de um PC, quase nada perto de uma Glock e um 38. E como este blogueiro tem filhos para criar, todo cuidado é pouco... A partir de agora, as piadas serão apenas sobre Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi!
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Eiiiita
ResponderExcluirserá que é o mesmo ?
Vai puxar uma cana agora pra ver se aprende.
Mas uma dúvida, não tinha sido derrubada essa história de cela especial para quem tem curso superior ?
abraços
acho que é ele mesmo rs
ResponderExcluirJosé Nivaldo Gomes Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP), ocupou vários cargos na administração federal, e hoje é empresário em São Paulo.
Po, a notícia é de 2001, achei que era recente.
ResponderExcluirque desatenção.