Muita gente naturalmente já assistiu, mas é por dever cívico e para registro histórico que este blog disponibiliza aos seus poucos (mas influentes) leitores o vídeo abaixo, contendo as edificantes cenas presenciadas no Senado da República em 06/08/2009. Guardem a data. Vai mesmo constar dos futuros livros de História.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Se forem os livros escolares de São Paulo, entregues pelo tucanato, periga de chamarem o "Senado" de Câmara Municipal, o Arthur Virgílio de "probo" e o Sarney de "O Único Senador corrupto da História". Credo...
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