Pular para o conteúdo principal

Coisa muito interessante

Iraneth Maria Dias Weiler, a chefe de gabinete de Lina Vieira, aparece na listagem do blog do jornalista Fernando Rodrigues como doadora da campanha de Fernando Henrique Cardoso para presidente da República em 1998. Quem quiser conferir, basta clicar aqui, abrir o arquivo de Word e buscar por Iraneth. Está lá a moça. Foi pouquinho o que ela deixou para o caixa do ex-presidente e no fundo isto não quer dizer muita coisa, a não ser que ela tem uma quedinha pelo PSDB. Ou tinha...

Comentários

  1. curioso, não? Melhor ainda não lembrarem da data!

    ResponderExcluir
  2. É tudo muito estranho! Precisa descobrir também quem são estes estudantes do grupo intitulado Coletivo Independente de Manifesto e Ativismo (CIMA) que invadiram o Senado mostrando folhas com "FORA SARNEY".O coordenador do grupo chama-se Rodrigo GRASSI.Seria interessante saber quais os partidos ou quais as entidades que dão apoio a esses jovens.

    ResponderExcluir
  3. Pode não ter sido Um milhão, mas quem doa, doa-se!

    ResponderExcluir
  4. luiz antônio:

    ótimo levantamento. o que interessa não é o valor da contribuição, mas a afinidade política.
    essas pequenas doações de campanha têm como objetivo mostrar isso.

    romério

    ResponderExcluir
  5. Elementar, meu caro Watson.

    ResponderExcluir
  6. E agora porque ela doou para a campanha do FHC isto torna automaticamente a Dra. Lina uma mentirosa??? É essa a estratégia de defesa da ministra Dilma??
    Meio fraca essa defesa, não é mesmo?

    ResponderExcluir
  7. Acreditar que a Ministra Dilma foi pressionar a tal Lina é acreditar em mula sem cabeça . Mas no www.diariodepernambuco.com.br , dia 16/08 no texto " Oposição quer encurralar Dilma " existe este comentário e o autor deixou números de telefones para quem quiser entrar em contato : "" Teve uma disputa entre técnicos e auditores da Receita federal. A Lina foi contrária aos técnicos terem o cargo valorizado . A DILMA inteferiu pró técnicos, que foram valorizados, passando a exigir o nível superior para ingressar no cargo, e ainda mudaram o nome de técnicos para Analistas da Receita Federal. Isto despertou a furia da Lina " . Quem faz este datalhamento trabalhou com a fofoqueira que ajudou com R$ 50.00 . Ela é contrária ao bem estar salarial dos amigos/as de labuta.

    ResponderExcluir
  8. Anônimo, recebi um email sobre este tal F.Sarney . Quem reivindicava ser o pai deste "movimento" foi o PSOL.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

O Entrelinhas não censura comentaristas, mas não publica ofensas pessoais e comentários com uso de expressões chulas. Os comentários serão moderados, mas são sempre muito bem vindos.

Postagens mais visitadas deste blog

Doca Street, assassino de Ângela Diniz, morre aos 86 anos em São Paulo

Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...

Dica da Semana: Tarso de Castro, 75k de músculos e fúria, livro

Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista  Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...

Política mundial? Leia o blog do Argemiro

Política internacional jamais foi o forte deste blog, que prefere manter o foco nas análises da mídia e da política brasileira. Para quem gosta de acompanhar o noticiário internacional em português e está cansado de ler o pouco que os nossos jornalões reproduzem por aqui, uma boa dica é o Blog do Argemiro Ferreira , um dos mais experientes correspondentes brasileiros trabalhando nos Estados Unidos. Colunista do jornal Tribuna da Imprensa , Argemiro faz excelente análises e traz informações diferenciadas, especialmente sobre a corrida eleitoral nos EUA. Um bom exemplo é o post abaixo, que começa com futebol e termina em Karl Rove. Quem quiser ler mais é só dar um pulo lá ... A promiscuidade no jornalismo político Certa vez estive envolvido numa discussão interna do Sindicato de Jornalistas do Rio sobre uma coluna iniciada por Pelé no Jornal do Brasil. Discordei da idéia de impedí-lo de escrever a pretexto de não ser jornalista. Mas o próprio craque, interpelado pelo sindicato, acabaria...