terça-feira, 22 de agosto de 2006

Aperitivo baiano antes do Datafolha: Heloísa passa Alckmin na terra de Antonio Carlos Magalhães

Hoje à noite, no Jornal Nacional, será divulgada mais uma rodada da pesquisa do Datafolha. A expectativa é grande, especialmente no tucanato. A nota abaixo, do blog do jornalista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, não é muito animadora para Geraldo Alckmin: trata-se do terceiro estado em que Heloísa Helena (PSOL) supera o candidato tucano – além da Bahia, em Alagoas e no Rio ela também está na frente de Geraldo. Se Heloísa ultrapassar Alckmin em algum momento da campanha, será engraçado assitir às justificativas do ex-governador e é certo que ele terá mais de uma desculpa na ponta da língua: "a campanha nem começou" ou "a pesquisa que vale é a do dia 1° de outubro" são algumas das possibilidades.

HH passa Alckmin em pesquisa feita na Bahia Parece que vai se repetindo na Bahia algo que já aconteceu no Rio: o presidenciável Geraldo Alckmin escorrega para o terceiro lugar na preferência do eleitorado. Entre os baianos, depois de Lula agora vem Heloisa Helena. Pesquisa feita pela empresa P&A sob encomenda da TV Itapuã (Rercord) informa que, na Bahia, Lula continua sendo o campeão de intenções de voto: 55,9%. Em segundo lugar viria Heloisa Helena, com 15%. Em terceiro, lá atrás, estaria Geraldo "Chuchumbo" Alckmin: 9,7%. A pesquisa também mediu a preferência do eleitorado baiano na disputa pelo governo do Estado. Paulo Souto (PFL), o candidato do grupo de ACM, lidera com folgas: 55,6%. O segundo colocado é o petista Jaques Wagner, apoiado por Lula: 19,5%. Mantendo-se esse cenário, Souto pode mandar confeccionar a faixa. Será reeleito no primeiro turno. Os números da sondagem baiana, divulgados nesta terça pela Agência Nordeste (para assinantes), contrastam com o otimismo de Alckmin. O candidato diz e reafirma que vai subir nas pesquisas. A Bahia está entre os sete Estados que o comitê tucano vem monitorando com pesquisas diárias. De três uma: ou a P&A, empresa local que fez a pesquisa, errou ou o otimismo de Alckmin está escorado em dados recolhidos nos outros seis Estados em que seu comitê realiza pesquisas ou o candidato tucano ainda não se deu conta do que o espera.

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