Os tucanos ficaram muito bravos durante a campanha eleitoral porque o presidente Lula afirmou que o então candidato Geraldo Alckmin iria privatizar as poucas empresas que Fernando Henrique não teve tempo de vender ao longo de seus 8 anos de mandato. Pois não é que o governo tucano de José Serra em São Paulo decidiu privatizar mais quatro rodovias estaduais, entre as quais a Ayrton Senna e Carvalho Pinto, que ligam a capital paulista ao Vale do Paraíba? Lula, portanto, estava coberto de razão: o PSDB adora vender, arrendar, fazer qualquer negócio com os bens públicos e depois dizer que os petistas fazem "terrorismo eleitoral"...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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