O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) parece estar mesmo receoso do que pode acontecer no Conselho de Ética: vetou a indicação de Renato Casagrande (PSB-ES) para a relatoria de seu caso. No máximo, aceita o socialista se a relatoria for dividida com dois outros senadores, obviamente da estreita confiança dele, Renan. O ditado é grosseiro, mas retrata bem a situação do presidente do Senado: quem tem c... tem medo. Afinal, Renato Casagrande, como já foi apontado aqui, não é nenhum Jefferson Péres ou Eduardo Suplicy e provavelmente incluiria em seu parecer no máximo alguns pequenos constrangimentos a Renan. O presidente do Senado, porém, não quer correr mais riscos.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
"Casa grande" lembra fazenda, que lembra boi...
ResponderExcluirOu falta de boi.