Há uma disputa, digamos assim, midiática em torno do caso Renan Calheiros (PMDB-AL): ontem, os telejornais da TV Globo e da Bandeirantes apresentaram versões opostas para a história das gravações apresentadas pelo advogado de Mônica Veloso, Pedro Calmon Filho. Na Globo, as gravações prejudicam Renan porque estaria claro que Cláudio Gontijo pagava a pensão com recursos da Mendes Júnior; na Band, as gravações revelam que Gontijo foi chantageado pelo advogado Calmon. Muita água ainda vai rolar debaixo da ponte até a verdade aparecer...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Governo apoia Renan. Eleição do senador Quintanilha. E agora a Band com sua reportagem pró Renan.
ResponderExcluirHum,... Tudo estranho...