quinta-feira, 25 de junho de 2009

E se Sarney sair?

O licenciamento ou renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), resolve a crise instalada na Casa? Este blog aposta que não. Ao contrário, especialmente no segundo caso, em que haveria uma nova eleição, a disputa vai até se acirrar em torno de novos personagens. Ruim com Sarney, ruim sem Sarney. Esta crise só será resolvida após a eleição presidencial de 2010. É o que diz a lógica política em torno das atuais turbulências, como o leitor pode conferir aqui.

2 comentários:

  1. Ruim com Sarney, pior sem Sarney. Com a saída do bigodudo, vai tudo para debaixo do tapete. E vai faltar tapete!!!

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  2. O governo está na mesma enrascada em que se viu há dois anos, quando defendeu o indefensável. Naquela época Renan Calheiros, hoje José Sarney. E, possivelmente, o PT levará outra facada nas costas, pois Ideli Salvati, então líder do PT no Senado, defendeu como pôde o senador alagoano para depois vê-lo empossar Collor na presidência da Comissão de Infra-Estrutura (cargo que Ideli disputou com o caçador de marajás). Sarney representa o que há de mais atrasado tanto na política quanto na sociedade brasileira. É dever das forças populares e verdadeiramente democráticas lutar para erradicar do Senado e da vida pública os Calheiros, Agripinos, Heráclitos, Barbalhos, Salgados, Vasconcelos, Jucás e tantos outros representantes do atraso. A maldita governabilidade não pode servir como visto de permanência eterna para essas pragas nacionais, que desde sempre misturam o público e o privado.

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