Nada pessoal contra o arqueiro Júlio César, mas goleiro da seleção brasileira de futebol não pode tomar três gols em uma partida. Com uma perna só, Rogério Ceni teria jogado melhor que o atual titular da seleção. Abre o olho, Dunga!
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Nada contra o R. Ceni, tampouco o Júlio César. Mas goleiro brasileiro hoje, sem dúvida, chama-se São Marcos, aquele que já foi campeão mundial pela seleção em 2002 e segura (quase) todas as furadas da defesa alviverde.
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