Palpite de um dos mais lúcidos militantes do PSOL: se a crise não se agravar mais (ele acha que se agrava) e continuar nesta toada, ou melhorar um pouco (ele duvida que melhore), e salvo o surgimento de um mega-escândalo envolvendo a ministra da Casa Civil (ele duvida que apareça algo assim), Dilma Rousseff já pode preparar o figurino para subir a rampa do Palácio do Planalto no dia 1° de janeiro de 2011. Analista político dos bons, o militante, que por sua relação com o partido prefere manter-se no anonimato, explica que a conjuntura é extremamente favorável à candidata do presidente porque ele, Lula, com sua incomensurável capacidade de comunicação, já conseguiu convencer a população de que a crise não afetou o Brasil como está afetando outros países em função das políticas adotadas por seu governo. E mais: conseguiu convecer o povão que em breve tudo voltará ao normal e o crescimento será ainda maior. "Nem os trabalhadores demitidos na Embraer toparam fazer piquetes porque estão convencidos de que serão recontratados em breve", afirma, perplexo, o militante, dos bem experientes nas mobilizações e greves em São Paulo. A ver.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
A única variável que pode mudar isso é John Aécio Neves.
ResponderExcluirSe ele entrar no meio, fica difícil.
Mas Serra? Serra vai ser engolido pela internet antes da primeira propaganda política na tv.
E o Aécio, o Serra derruba com o primeiro dossiê, porque se tem uma coisa que nunca perturbou o Serra é a lealdade com o PSDB. Ele só é leal a seus próprios desejos, como foi à d. Ruth.
ResponderExcluirPor favor, estão embarcando nessa nova tentativa de lançar o Aecio como um cara legal, um cara bom, diferente do Serra? Ele é alternativa para o caso da candidatura Serra fazer água, não uma alternativa a Dilma.
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