Nesta sexta, o presidente Lula fala à Nação sobre o acidente com o avião da TAM. O texto certamente terá o dedo do jornalista Franklin Martins, ministro da Comunicação Social da presidência da República. Assim sendo, será a segunda vez que um texto de Franklin será lido em rede nacional. A primeira, para quem não lembra, foi em setembro de 1969, quando a ditadura militar cedeu às condições impostas pelos militantes do MR-8 e ALN que seqüestraram o então embaixdor dos Estados Unidos Charles Burke Elbrick para libertá-lo. Além de trocar o embaixador por presoso políticos, foi exigida a leitura de um manifesto em rede nacional. O autor do texto foi... o ministro Franklin Martins, à época militante do MR-8. Recordar é viver...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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