Não deixa de ser curioso: Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e outros nem tão direitosos, mas igualmente contrários ao presidente Lula, subitamente calaram sobre a divulgação dos dados da caixa-preta do avião da TAM acidentado em São Paulo no último dia 17. É chato para essa turma, mas a única coisa que os dados conhecidos até o momento provam é que a culpa não foi da pista nem do presidente Lula. O sonho dourado dessa gente era ouvir o piloto xingando o presidente nos últimos segundos antes da aeronave bater. Que pena, Reinaldo, não aconteceu...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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