A julgar pelo que está nos jornalões desta terça-feira, a próxima gravíssima crise que o Brasil vai enfrentar será a das contas externas, que em janeiro apresentaram o pior resultado desde outubro de 1998, com um déficit de US$ 4,232 bilhões. O leitor não precisa se assustar muito, pois a crise das contas externas é apenas sucedânea da gravíssima crise da Febre Amarela (incrível como o pessoal parou de morrer da tal pandemia que a imprensa anunciava), que por sua vez substituiu a crise energética (São Pedro, que, como se sabe, é Lula desde criancinha, resolveu acabar com a mais remota possiblidade de apagão e pelo menos em São Paulo, está exagerando um pouco no serviço...). Antes da mídia anunciar o apagão que não houve, estava em cartaz a crise aérea, aquela causada pelos pobres que insistem em andar de avião e que tanto incomodou as madames de plantão (nunca antes neste país os telefones dos e das colunistas sociais tocou tanto e com tal número de reclamações sobre companhias aéreas e vôos atrasados). Tudo somado, o caro leitor pode ter certeza: a crise das contas externas vai durar o tempo exato de um novo "escândaldo" ganhar a simpatia da mídia para ocupar a posição de "crise do momento". Como dizia a propaganda, o mundo gira, a Lusitana roda. E estamos conversados.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Olá,
ResponderExcluirGeralmente leio bastante seu blog. Me parece interesante suas reflexoes, mesmo que muitas vezes tenho opiniao contraria. Para ser sincero é um bom blog para saber da politica paulista em especial y nacional. É verdade que, desde de quando leia suas colunas no correio da cidadania, te acho um Lulista de carteirinha ... hahaha. o que nao es malo para mi conciencia de esquerda...
mas nao e sobre esto que eu quero falar... Na verdade é sobre este ultimo post... me parece que dessa vez o jornaloes tem muita razao... um bom confronto com o jornaloes é o analisis do Luis Nassif que por sinal até hoje nao entendi porque voce nao está colocando as materias da veja en seu blog... é verdad que e um blog de politica mas creo que vale esta brecha para está materia y tambem indicacçao como um blog importante ... Entao para finalizar o Lula realmente vai ter que repensar algumas coisas na politica economica e em especial no aspecto mencionado porque caso contrario caminhamos para uma crise a la FHC ... os indicios praticamente som os mesmos... no mais recomendo uma leitura de estos assuntos desde o blog do Nassif.
Abrazos
Arlindo - Ecuador
Ué, mas isso não seria uma coisa boa. Bem ,pelo menos há um tempinho atrás todo dia eu ouvia economistas, colunistas e políticos da oposição falando que o dólar estava barato demais e que isso atrapalhava nossas exportações. Se é assim, com alguma saída a mais, pode ser que a moeda americana encontre um certo equilíbrio. Não é isso? Ou será que mentem quando dizem que o dólar barato não é algo tão bom assim?
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