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Vai dar Obama? John McCain agradece...

Este blog não consulta videntes e até torce para que Hillary Clinton seja a candidata do Partido Democrata para a eleição presidencial de novembro, mas a verdade é que o jogo está cada vez mais complicado para a ex-primeira-dama dos Estados Unidos. O senador Barak Obama está em clara ascensão e existe um sentimento, a tal "Obamamania", de que só ele representa uma mudança real na política norte-americana.

Se Obama for realmente o candidato dos Democratas, este blog desde já aceita apostas: o próximo presidente dos Estados Unidos, neste caso, já tem nome: John McCain. Ou alguém acha que o povão do meio-oeste, da "América Profunda", dos tais "Red States", vai confiar em um afro-americano para suceder George W. Bush. Este blog adoraria quebrar a cara, mas a princípio não acredita em Papai Noel, duendes, monstro de Loch Ness ou em Barak Obama presidente dos EUA. Aguardemos.

Comentários

  1. Caro Luiz Antonio
    Eu comungo do mesmo sentimento. Posso estar errado mas não consigo enxergar a possibilidade da cultura WASP, do conservadorismo puritano dos "americanos aceitarem Obama como presidente. Se for eleito acaba assassinado, como outros.
    Abraço

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  2. concordo com você e espero estarmos errados....

    mas ainda acho que da Hillary na convenção !

    abraços

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  3. Sem querer tirar o mérito do comentário, que é grande, gostaria de lembrar que os estados da "América profunda", os tais "red states" já votam consistentemente com os republicanos, independentemente do candidato democrata. O reverso se aplica aos "blue states" tradicionais. O questão é saber se Obama tem condições de levar os "swing states" que no final das contas são os estados que decidem. Aí sim, na minha opinião, a sua (dele) "desvantagem" pode ser decisiva contra ele. Outro detalhe: o chamado meio-oeste dos Estados Unidos da América do Norte não é exatamente uma trincheira republicana. Na última eleição os democratas venceram em Michigan, Wisconsin, Minnesota e Illinois, e apesar de terem perdido em Iowa e Ohio, a diferença foi de menos de 2% em cada um desses estados. Nesse link (http://us.cnn.com/ELECTION/2004/pages/results/president/) há um mapa com os resultados do colégio eleitoral estadunidense na última eleição.

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