domingo, 10 de fevereiro de 2008

Vai dar Obama? John McCain agradece...

Este blog não consulta videntes e até torce para que Hillary Clinton seja a candidata do Partido Democrata para a eleição presidencial de novembro, mas a verdade é que o jogo está cada vez mais complicado para a ex-primeira-dama dos Estados Unidos. O senador Barak Obama está em clara ascensão e existe um sentimento, a tal "Obamamania", de que só ele representa uma mudança real na política norte-americana.

Se Obama for realmente o candidato dos Democratas, este blog desde já aceita apostas: o próximo presidente dos Estados Unidos, neste caso, já tem nome: John McCain. Ou alguém acha que o povão do meio-oeste, da "América Profunda", dos tais "Red States", vai confiar em um afro-americano para suceder George W. Bush. Este blog adoraria quebrar a cara, mas a princípio não acredita em Papai Noel, duendes, monstro de Loch Ness ou em Barak Obama presidente dos EUA. Aguardemos.

3 comentários:

  1. Caro Luiz Antonio
    Eu comungo do mesmo sentimento. Posso estar errado mas não consigo enxergar a possibilidade da cultura WASP, do conservadorismo puritano dos "americanos aceitarem Obama como presidente. Se for eleito acaba assassinado, como outros.
    Abraço

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  2. concordo com você e espero estarmos errados....

    mas ainda acho que da Hillary na convenção !

    abraços

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  3. Sem querer tirar o mérito do comentário, que é grande, gostaria de lembrar que os estados da "América profunda", os tais "red states" já votam consistentemente com os republicanos, independentemente do candidato democrata. O reverso se aplica aos "blue states" tradicionais. O questão é saber se Obama tem condições de levar os "swing states" que no final das contas são os estados que decidem. Aí sim, na minha opinião, a sua (dele) "desvantagem" pode ser decisiva contra ele. Outro detalhe: o chamado meio-oeste dos Estados Unidos da América do Norte não é exatamente uma trincheira republicana. Na última eleição os democratas venceram em Michigan, Wisconsin, Minnesota e Illinois, e apesar de terem perdido em Iowa e Ohio, a diferença foi de menos de 2% em cada um desses estados. Nesse link (http://us.cnn.com/ELECTION/2004/pages/results/president/) há um mapa com os resultados do colégio eleitoral estadunidense na última eleição.

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