Se no coração do império as coisas não andam muito bem, com a tal crise do subprime (hipotecas de alto risco) se alastrando na economia norte-americana, aqui no Brasil nada parece afetar o crescimento do país. Hoje mesmo o dólar chegou ao menor valor em 9 anos – uma prova de que os investidores estrangeiros não estão desfazendo-se de suas posições por aqui. Depois de uma certa turbulência em janeiro, o Ibovespa recuperou as perdas e já garante ganhos aos que ali apostam seus recursos. Do jeito que a coisa vai, o presidente Lula inda acorda invocado qualquer dia desses, liga para George W. Bush e diz: "Companheiro Bush, sei que vocês estão meio apertados por aí. Se precisar de qualquer coisa, é só ligar, estamos à disposição!"
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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