Faltando poucas horas para o fim de fevereiro e apesar do Carnaval e do mês mais curto, o contador deste blog informa que já está batido o recorde de page views do Entrelinhas – o anterior era de outubro do ano passado. Como não temos a máquina dos portais e publicações da grande imprensa, o resultado é todo creditado ao boca a boca dos internautas que visitam este blog. A todos eles o autor destas mal traçadas agredece a audiência, os comentários, os e-mails – muitos dos quais apontado eventuais deslizes que a velocidade da internet acabam proporcionando – e principalmente a divulgação do Entrelinhas blogosfera afora.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Quantas visitas teve esse mês (em visitantes únicos?). Parabéns pelo crescimento e que se expanda mais e mais!
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