É impressionante a desfaçatez dos jornalistas, colunistas e blogueiros bate-paus do PSDB: foi só o Brasil chegar na posição de credor externo, pondo fim à tão polêmica dívida externa que a turma saiu berrando que o país só está assim tão melhor porque o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso "iniciou este processo". Claro que a tese é um disparate sem tamanho, até porque durante todo o governo Lula os economistas ligados ao tucananto diziam que o Banco Central estava fazendo bobagem ao quitar as nossas dívidas e comprar dólar para reforçar nossas reservas em dólar. Portanto, se o governo FHC tivesse continuidade com José Serra, o candidato em 2002, ou Geraldo Alckmin, o derrotado em 2006, podem ter cereza de que o Brasil não estaria assumindo neste momento a posição de credor externo. O mérito pelo "fim" da dívida externa (claro que não é bem isto, ainda há dívida, mas o país já tem mais a receber do que pagar) é de apenas uma pessoa: Luiz Inácio Lula da Silva. Foi dele a orientação para que a política econômica austera não fosse abandonada em nenhum momento, desde a posse, em 2003.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
E qual será a próxima propaganda do PSDB? " Lula copiou, e foi bom para o Brasil" ...
ResponderExcluirnão duvido nada seja mesmo !
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Luís, nós leitores estamos ansiosos aguardando uma repercussão sua sobre o caso do Luis Nassif x Veja !!
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ps: como disse em outro post, seu blog continua frenético na campanha subliminar para eleger o Serra 2010 ... hehe
um abraço
Meus caros
ResponderExcluirPara aqueles que dizem ser o fim da dívida obra e graça de FHC mostrem o gráfico publicado hoje (21/02) no caderno de Economia do Estadão.
Juninho Bill, do antigo grupo infantil Trem da Alegria, já dizia numa música dos anos 80: "paguem logo a nossa dívida, senão vai sobrar pra gente...". Ninguém nos anos 80 e muito menos nos 90 pagou a dívida, pelo contrário, ela se tornou colossal no fim do governo FHC, e nossas reservas ridículas.
ResponderExcluirAgora, estamos com um enorme conforto, para ampla satisfação de Juninho Bill e de toda aquela geração que viu o Brasil emperrado em seu crescimento por conta exatamente da dívida.
O PSDB acha errado isso porque a lógica deles é a submissão americana, é claro, eles são sustentados pela GGG (Grande Grana Global), a começar pelo grande guru FHC, que recebeu tutu da CIA através da Fundação Ford em 1969, como já ficou provado.