Até agora, só Luciana Genro e Chico Alencar se elegeram deputados federais pelo PSOL. Plínio de Arruda Sampaio fez bonito em São Paulo, conseguiu mais de 500 mil votos, mas o desempenho geral do partido foi decepcionante. Heloísa Helena não conseguiu deslanchar e o PSOL terá sérias dificuldades para sobreviver sem ter superado a cláusula de barreira. E nem adianta unir forças com o PSTU e PCB, porque esses partidos também deram traço na eleição deste ano. O jeito é começar a pensar em nova estratégia para 2010. Este blog avalia que se Heloísa tivesse sido candidata a uma vaga na Câmara ou mesmo ao governo de Alagoas e Plínio fosse o presidenciável, a história teria sido outra.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
O Plínio é mil(x) melhor que A Helóísa Helena.
ResponderExcluirAbraços professor!!