sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Veja atacará o filho de Lula

Abaixo, o resumo da chamada de capa da revista Veja desta semana. A matéria ainda não está disponível no site. Vem chumbo contra o presidente, resta saber se a matéria se sustenta.

"Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho" - Ao tentar explicar o tremendo sucesso de seu filho Fábio Luis, cujo enriquecimento é um caso raro no mundo dos negócios, o presidente Lula disse: "Deve haver um milhão de pais reclamando: por que meu filho não é o Ronaldinho? Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho."

Um comentário:

  1. Dossiê: Não existe mais nada a ser perguntado?
    Não me recordo direito mas, me parece que, num desses habituais ataques do PCC, alguém da polícia ou da Secretaria de Segurança, ao ser questionado sobre as comunicações da facção, teria dito algo mais ou menos como:" estávamos deixando-os conversarem à vontade , porém grampeados, para sabermos de seus planos."
    Ou algo assim.
    Me soa correto.
    E me veio a questão: "Se esse tipo de ação - deixar com que os meliantes negociem qualquer coisa, sem ser atrapalhados, nem abortada a negociação no meio do andamento, mas apenas acompanhando e colhendo informações, para pegar dois coelhos de uma vez - é uma estratégia útil a ser empregada, por quê isso não foi feito no caso do dossiê?"
    Explico melhor:
    Os Vedoin estavam sendo grampeados e suas movimentações financeiras acompanhadas.
    Como eles fariam para movimentar o dinheiro da venda do dossiê?
    Depositariam em contas no estrangeiro?
    Acertariam algum débito vencido?
    Comprariam imóveis? Automóveis?
    Não teria sido melhor, do ponto de vista da Inteligência Policial, deixá-los agir, sem descuidar da preocupação sobre de onde veio o dinheiro dos compradores, mas acompanhar os passos que os Vedoin dariam a partir dali, o que poderia favorecer as demais investigações em andamento?
    Não sei. Essa história ainda tem muitos furos, e não são furos de reportagem.

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