Foram 14 anos de ostracismo, mas Fernando Collor de Mello trabalhou para voltar e conseguiu. É agora senador da República por Alagoas, legitimamente escolhido pelo povo de seu Estado. Muita gente gosta de falar de Aécio Neves, José Serra e Ciro Gomes, mas a eleição presidencial de 2010 pode ter um novo personagem, especialmente se o cenário for de instabilidade política. Collor, da mesma maneira que o presidente Lula e a senadora Heloísa Helena, sabe falar para as massas. Não é pouca coisa.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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