O DEM indicou o deputado baiano Antonio Carlos Magalhães Neto para a vaga aberta com a renúncia de Edmar Moreira (MG) da Segunda Vice-Presidência da Câmara Federal. Foi uma jogada política inteligente: segundo reza a lenda, o herdeiro do carlismo na Bahia é um dos políticos "limpos" do DEM, pois o avô não permitia que, digamos assim, "nada de ruim" colasse em ACM Neto. Ele mesmo, o avô, ficava com o jogo pesado. Ademais, o herdeiro do falecido Antonio Carlos é um político em ascensão, hábil, muito articulado e dos que mais bate no governo. Do ponto de vista da oposição, portanto, foi uma boa jogada, mesmo porque o "substituto natural" de Edmar, o deputado Vic Pires (PA), nem tinha assumido o cargo e já teve a chance de ler, na Folha de S. Paulo, uma denúncia de recebimento de doação irregular para sua campanha... Política, definitivamente, é um jogo bruto.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Caro Luiz, acho que você se esqueçeu da lista de furnas, ACM Neto também está lá, confira: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com/
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