O cacique baiano Antonio Carlos Magalhães (PFL) havia dito que levaria 500 prefeitos de seu Estado para um ato de apoio a Geraldo Alckmin (PSDB). O tal ato foi hoje. Segundo a agência Reuters, eram "quase 200" os alcaídes reunidos pelo babalorixá. Na Agência Estado, o número sobe para 280, mas é preciso dar um desconto, pois o Grupo Estado é aquele que viu na última pesquisa do Ibope um "grande avanço" de Alckmin (clique aqui para ler o comentário de Luiz Weis a este respeito). De toda maneira, na conta mais favorável a Magalhães e Alckmin, ficaram faltando 220 prefeitos. Não importa, Alckmin deve ter a-d-o-r-a-d-o a manifestação de apreço encomendada pelo seu aliado. Que, aliás, anda dizendo por aí, em alto e bom som, que esta eleição já era...
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Ninguém comenta seu blog? Você censura ou seus leitores são tímidos mesmo? Lula tem tantos fãs como você, por que eles não aparecem por aqui?
ResponderExcluirRafael Moura