Um passarinho de bico longo contou a este blog que a revista Veja estava preparando uma capa com "novas denúncias" contra o governo federal. Não deu detalhes sobre a reportagem, mas disse que poderia ser algo grave, com a intenção de prejudicar a candidatura do presidente Lula. A operação parece ter sido abortada (ou adiada), pois a capa da semana da revista é sobre o site You Tube. Faltam 3 capas de Veja antes da eleição. A última, da véspera do pleito, não conta, pois não haveria tempo hábil para qualquer repercussão política. Portanto, na prática serão duas capas antes da eleição. Lula que se cuide...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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