A tucanada está fazendo festa na noite desta sexta-feira. Os restaurantes Mássimo e Fasano não devem estar dando conta de tanta felicidade. A boa nova veio de pesquisa interna (humm...) e mostra que Lula hoje teria "apenas" 51% dos votos válidos. Ou seja, seria reeleito no primeiro turno. O motivo da festa é um só: a tucanada vislumbrou uma chance de tirar Lula do poder. Mais uma semana de pancadaria na mídia, não é impossível que consigam. Mas a verdade é que hoje, segundo os tucanos, o próximo presidente do Brasil tem nome e sobrenome: Luiz Inácio Lula da Silva.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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