O clima no PSDB nesta sexta-feira é de grande esperança de que a eleição presidencial vá para o segundo turno. Pesquisas internas do partido estariam a indicar um movimento do eleitorado que poderia proporcionar um segundo escrutínio em 29 de outubro. Evidentemente, faz parte da tática dos tucanos vazar para a imprensa que a situação está mudando e que a candidatura de Lula sentiu o golpe da crise do dossiê. Daqui a 45 minutos, porém, sai mais uma pesquisa Datafolha e será possível saber se a alegria tucana é blefe ou tem lastro na realidade.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Olha, segundo turno pode até ter, mas Alckmin presidente é muito difícil.
ResponderExcluirOs 10% da Heloísa Helena não iriam para ele no segundo turno. A maioria deve virar voto nulo, o que beneficiaria Lula, que precisaria apenas manter o percentual que teria no primeiro turno para fazer mais de 50% dos votos válidos.