Não há uma única linha na Folha de S. Paulo desta quinta-feira sobre a noemação de Miguel Jorge para a pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A informação estava disponível pouco antes da meia noite em vários sites e o blog do jornalista Fernando Rodrigues, colunista da Folha, comentava a indicação de Lula às 0h32. De duas, uma: ou o pessoal que estava fechando o jornal na noite de ontem comeu bola – é triste, mas acontece –, ou o jornal está de má-vontade com a nomeação de um integrante do Conselho Editorial do Estadão, o maior rival da Folha em São Paulo. O resultado para o leitor, porém, é o mesmo: acordou sem a informação mais importante do dia na política nacional, que acabou na manchete do Estadão. Ou a Folha devolve o dinheiro da edição de hoje ou os leitores têm todo o direito de reclamar no Procon...
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Quem ainda compra a Falha, não tem direito de pedir nada ao PROCOM. Todos estão avisados que o jornal é uma porcaria mesmo.
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