Se a eleição para a presidência nacional do PMDB fosse hoje, é provável que o deputado Michel Temer se reelegesse com alguma folga. Mas a eleição é domingo e neste tipo de pleito, o que vale são os acertos de última hora. Nelson Jobim continua no páreo, portanto. E o presidente Lula, na expectativa, a fim de concluir a sua reforma ministerial. A possibilidade de anúncio antecipado das mudanças "para não passar recibo" de uma eventual derrota de Jobim esbarra na agenda do presidente: amanhã, reunião com os governadores; quarta, viagem ao Rio de Janeiro; quinta e sexta, recepção ao presidente W. Bush, em São Paulo. O ministério, portanto, deve ficar mesmo para a próxima semana...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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