O esperto repórter Eduardo Bresciani garante que o deputado Aldo Rebelo (PCdoB) receberá, nos próximos dias, um convite para assumir o ministério da Defesa. Bresciani também garante que o bravo comunista recusará educadamente, como é seu feitio, a oferta. Desta forma, ficará aberta uma porta para a acomodação do PSB, único partido que perdeu espaço na atual reforma ministerial – tinha a Integração Nacional e a pasta da Ciência e Tecnologia e, até agora, manteve apenas a segunda. Outro nome sobre o qual se fala nos bastidores brasilienses, para a mesma pasta, é o do senador José Sarney. Neste caso, porém, o PMDB chegaria a 6 vagas na nova equipe de Lula, o que talvez seja excessivo para o equilíbrio das forças que compõem a coalizão governista.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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