Não há uma única linha na Folha de S. Paulo desta quinta-feira sobre a noemação de Miguel Jorge para a pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A informação estava disponível pouco antes da meia noite em vários sites e o blog do jornalista Fernando Rodrigues, colunista da Folha, comentava a indicação de Lula às 0h32. De duas, uma: ou o pessoal que estava fechando o jornal na noite de ontem comeu bola – é triste, mas acontece –, ou o jornal está de má-vontade com a nomeação de um integrante do Conselho Editorial do Estadão, o maior rival da Folha em São Paulo. O resultado para o leitor, porém, é o mesmo: acordou sem a informação mais importante do dia na política nacional, que acabou na manchete do Estadão. Ou a Folha devolve o dinheiro da edição de hoje ou os leitores têm todo o direito de reclamar no Procon...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Quem ainda compra a Falha, não tem direito de pedir nada ao PROCOM. Todos estão avisados que o jornal é uma porcaria mesmo.
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