A taxa de juros brasileira é alta? Sim, muito alta. É a maior do mundo? Pode até ser, mas isto não é certo: as pesquisas comparativas em geral levam em conta no máximo 50 países. Nenhum economista brasileiro sabe a taxa da Guiana Francesa (14% em 2004, segundo o Google), por exemplo... De toda maneira, entre os países pesquisadas, a taxa do Brasil é, sim, a maior. Está tudo muito certo, mas há algo que não dá para esconder: com a queda da Selic para 12,5%, o Brasil tem hoje a menor taxa nominal da história. É chato para os Democratas (com maísucula, porque são os ex-pefelistas – não confundir com os democratas, com minúscula, que são os cidadãos que professam a crença na democracia) e tucanos, mas o fato aconteceu no governo Lula. Aliás, daqui para frente vai ser recorde atrás de recorde: juros, risco-país, exportações, mercado de capitais e tantos outros indicadores econômicos. Tudo sob Lula, para a tristeza de Fernando Henrique Cardoso, que achava que tinha dado "o melhor de si". Como diz o velho ditado, é fácil falar, difícil é fazer.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
A Mídia na Berlinda: 1) No ano passado, a Editora Abril vendeu parte de seu capital a um grupo sul-africano. Matérias publicadas da revista Veja, insinuaram que empresa do filho de Lula, em parceria com a TV Bandeirantes estaria recebendo publicidade oficial indevida. Mas a Band não deixou barato. Em retaliação a Abril, veiculou, no seu telejornal noturno (terça-feira), um duro editorial em que insinuou que haveria ilegalidades na aquisição das cotas da Editora Abril pelo grupo empresarial sul-africano. 2) Por outro lado, no final de 2006, Roberto Requião não perdoou ninguém e meteu o pau na imprensa, entre elas: Folha de São Paulo, CBN, Mirian Leitão até Pedro Bial, entre outros. 3) Por que Lula é tão popular? Lula parece se converter em um enigma a ser decifrado, tanto para a direita, quanto para a esquerda. Reflitamos conjuntamente sobre por que Lula é tão popular?.Acesse o DESABAFO PAÍS: http://desabafopais.blogspot.com Um abraço, Daniel Pearl.
ResponderExcluirO um dos maiores inimigos dentro do governo Lula é o BANCO CENTRAL e o neoliberal MEIRELES. É uma vergonha o comportamento político da base aliada em permanecer calada diante do ditames dos EUA e FMI. Um abraço, Daniel Pearl.
ResponderExcluirÔ Daniel, essa história de ditames dos EUA e do FMI parece refrão da década de 1960. O Meirelles e parceiros agem em nome do mercado financeiros globalizado, que não tem pátria nem fundo monetário, o qual (FMI), aliás, já está com graves problemas de gestão e sobrevivência.
ResponderExcluirNosso presidente tem muitas virtudes.
ResponderExcluirE nao e' por acaso que nosso pais esta muito melhor.
Mas e' evidente que nosso presidente e' frouxo. Nao tem coragem de fazer qualquer acao que desagrade o "mercado". Foi imperdoavel o que Banco Central fez 3 dias depois de anunciado o PAC. Se o presidente nao fosse frouxo, fosse um estadista, teria mandado o Meirelles para casa. E teria obrigado o banco central abaixar aceleradamente a taxa de juros.
Gosto do Presidente Lula. Mas que ele e' frouxo ele e'.