A imprensa brasileira não tem a menor importância para a definição das candidaturas presidenciais nos Estados Unidos, mas parece que acha que tem, a julgar pela cobertura descaradamente favorável ao senador Barack Obama, pré-candidato no partido Democrata. De fato, Obama é um cara legal, afro-descendente e "open-minded", como se diz em inglês, mas este blog continua apostando que a candidatura de Obama é o que de melhor pode ocorrer para os Republicanos. Com a candidatura de McCain definida, o partido de George W. Bush vai esperar tranquilamente a definição democrata. Se der Hillary, McCain sabe que não ganha a eleição e fará campanha para marcar posição. Se a disputa for com o Obama, os democratas que se preparem para uma verdadeira pancadaria do outro lado. Do ponto de vista estritamente racional, os democratas deveriam aceitar a sugestão de Hillary e concorrer com a chapa Clinton-Obama. Deles McCain não ganha nem se colocar Pamela Anderson de vice em sua chapa.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Pois é, eu era Hillary, virei Obama e agora acho que Hillary pode ser uma boa opção, exatamente pelos motivos expostos neste post. Seria bem bacaninha ver os EUA com um presidente, cujo pai nasceu no coração da Africa, mas esse sonho pode não se tornar realidade. A américa é também o país dos preconceitos. Unfortunately.
ResponderExcluirCarlos Eduardo da Maia - http://depositomaia.blogspot.com