O senador Romeu Tuma (DEM-SP) já está com os dois pés na canoa peemedebista, pelo que se diz nos batidores brasilienses. Aqui em São Paulo, já tem tucano imaginando se não seria imbátivel uma chapa formada por Alckmin e Tuma para a disputa eleitoral na capital em 2008. Já no DEM, o clima parece ser mesmo de "o último a sair, apague a luz"...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Tenho outra tese: a filiação de Tuma ao PMDB tem mais a ver com 2010. PT e PMDB estão se preparando para fazer um arrastão eleitoral no Legislativo, já que o jogo vai ser duríssimo no Executivo (pra mim Aecio parte na frente). O esquema é o seguinte (só falta combinar com os russos): PT e PMDB coligados solitariamente (PSB, PDT e PV com Ciro - PR e PTB com Aecio) vão para a disputa no Senado com 27 candidatos cada um. Como vão ser eleitos 2 por Estado, eles supõem q conquistariam 35 das 54 vagas em disputa. Daí o trabalho intenso de filiação/cooptação de oposicionistas pero no mucho.
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