Será movimentada a semana que se inicia neste dia 10 de setembro. No front interno, grande expectativa para a votação, no plenário do Senado, na quarta-feira, do processo de cassação do mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). No dia sequinte deve ser divulgada a ata da última reunião do Copom, que decidiu na semana passada baixar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual. O pessoal do mercado financeiro também está de olho no desenrolar da crise financeira nos Estados Unidos, que na última sexta-feira voltou a assustar, provocando quedas nas bolsas de valores mundo afora. O Brasil está bem blindado, mas é claro que uma crise forte lá fora preocupa bastante. O problema é que ninguém sabe o alcance dos problemas nos EUA e de que forma a economia real será afetada. A conferir.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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