O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical, lança a sua candidatura à prefeitura de São Paulo nexta sexta-feira, dia 25, mesmo dia em que faz aniversário. O pessoal do PSB e PCdoB não deve ter gostado muito da pressa do sindicalista em colocar seu bloco na rua. A combinação era esperar até junho para ver quem estaria melhor nas pesquisas – se Paulinho, Luiza Erundina ou Aldo Rebelo – e só então fechar a candidatura do chamado "bloquinho". Paulinho, porém, largou na frente.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
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