Já está no ar a primeira enquete DataEntrelinhas de 2009, sobre a torcida da mídia e da oposição para que a situação econômica do país piore com a crise global, de modo a derrubar a popularidade do presidente Lula. Quem, afinal, está torcendo mais para a marolinha virar tsunami? Você decide, votando na coluna ao lado.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
êta pesquisa fechada: só pode responder o que o dono gostaria de ouvir
ResponderExcluirtodas as alternativas anteriores
ResponderExcluirtalvez com a exceção do Silveirinha (Sardemberg)