A decisão do novo presidente norte-americano de suspender os julgamentos na base naval de Guantánamo, acatada hoje pela justiça local, é uma boa sinalização inicial para o governo de Barack Obama. Não dá para julgar ninguém no primeiro dia de trabalho, mas pelo menos simbolicamente já foi um ato forte. Fechar a base é o próximo passo e certamente está no horizonte do presidente. Claro que todos os olhos agora estão focados na economia, mas Obama também vai fazer muita política. Talvez ele surpreenda negativamente os neocons - basta ler o blog de Reinaldo Azevedo para ver que a turminha acha que o novo presidente vai ser mais "um dos seus", ou seja, não conseguirá fugir do script ultra-conservador de George W. Bush. Ainda é mesmo muito cedo para tentar fazer previsões, mas o primeiro ato de Obama aponta para uma outra direção, bem diferente. Para o bem do planeta, é bom que os neocons esteja errado e Obama realize um governo arrojado e repleto de novidades, na economia e na política.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Uma observação, sabe como os "brothers" estão chamando a Michele Obama? Obamama! Se é aqui já estava classificado de governo populista. Obamama dos pobres!
ResponderExcluirAgora, não cite aquele rapaz. Ou diga, "aquele rapaz com uma certa deficiencia daquela revista com uma certa deficiencia pra leitores com uma certa deficiencia" que a gente já sabe de quem se trata, ou tem muitos?
Palhaço paulista