A decisão do novo presidente norte-americano de suspender os julgamentos na base naval de Guantánamo, acatada hoje pela justiça local, é uma boa sinalização inicial para o governo de Barack Obama. Não dá para julgar ninguém no primeiro dia de trabalho, mas pelo menos simbolicamente já foi um ato forte. Fechar a base é o próximo passo e certamente está no horizonte do presidente. Claro que todos os olhos agora estão focados na economia, mas Obama também vai fazer muita política. Talvez ele surpreenda negativamente os neocons - basta ler o blog de Reinaldo Azevedo para ver que a turminha acha que o novo presidente vai ser mais "um dos seus", ou seja, não conseguirá fugir do script ultra-conservador de George W. Bush. Ainda é mesmo muito cedo para tentar fazer previsões, mas o primeiro ato de Obama aponta para uma outra direção, bem diferente. Para o bem do planeta, é bom que os neocons esteja errado e Obama realize um governo arrojado e repleto de novidades, na economia e na política.
No dia 23 de novembro do ano passado, o pai de Rodrigo Silva das Neves, cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro, foi ao batalhão da PM de Bangu, na Zona Oeste carioca, fazer um pedido. O homem, um subtenente bombeiro reformado, queria que os policiais do quartel parassem de bater na porta de sua casa à procura do filho — cuja prisão fora decretada na semana anterior, sob a acusação de ser um dos responsáveis pelo assassinato cinematográfico do bicheiro Fernando Iggnácio, executado com tiros de fuzil à luz do dia num heliporto da Barra da Tijuca. Quando soube que estava sendo procurado, o PM fugiu, virou desertor. Como morava numa das maiores favelas da região, a Vila Aliança, o pai de Neves estava preocupado com “ameaças e cobranças” de traficantes que dominam o local por causa da presença frequente de policiais. Antes de sair, no entanto, o bombeiro confidenciou aos agentes do Serviço Reservado do quartel que, “de fato, seu filho trabalhava como segurança do contraventor Rogério And...
Uma observação, sabe como os "brothers" estão chamando a Michele Obama? Obamama! Se é aqui já estava classificado de governo populista. Obamama dos pobres!
ResponderExcluirAgora, não cite aquele rapaz. Ou diga, "aquele rapaz com uma certa deficiencia daquela revista com uma certa deficiencia pra leitores com uma certa deficiencia" que a gente já sabe de quem se trata, ou tem muitos?
Palhaço paulista