Gabriel Chalita, o ex-secretário da Educação de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin, se movimenta para conquistar a vaga de Zélia Gattai na Academia Brasileira de Letras. O pior é que dizem por aí que o rapaz pode até ganhar...
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Depois que elegeram o Paulo Coelho, tudo pode acontecer! Mas se elegerem esse ladrãozinho barato de textos alheios, a desmoralização da academia será completa e inexorável. De qualquer modo, há muito tempo a ABL tornou-se irrelevante em uma terra em que o analfabetismo funcional continua uma chaga. Nada mais "natural", portanto, que subliteratos e subcultos como os Coelhos e Chalitas venham a ocupar e dominar essa entidade. Tristes tempos esses!
ResponderExcluirChalita na ABL!!!! Eu tenho aqui em casa um cachorro que "escreve" bem, usa o rabinho com tinta. Ele aceita a vaga, pede, somente, um pouco de ração. E, detalhe, é mais simpático do que este pedante.
ResponderExcluirDepois de Paulo Coelho eu perdi o respeito pela ABL. Pobre Machado...
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