Gabriel Chalita, o ex-secretário da Educação de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin, se movimenta para conquistar a vaga de Zélia Gattai na Academia Brasileira de Letras. O pior é que dizem por aí que o rapaz pode até ganhar...
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
Depois que elegeram o Paulo Coelho, tudo pode acontecer! Mas se elegerem esse ladrãozinho barato de textos alheios, a desmoralização da academia será completa e inexorável. De qualquer modo, há muito tempo a ABL tornou-se irrelevante em uma terra em que o analfabetismo funcional continua uma chaga. Nada mais "natural", portanto, que subliteratos e subcultos como os Coelhos e Chalitas venham a ocupar e dominar essa entidade. Tristes tempos esses!
ResponderExcluirChalita na ABL!!!! Eu tenho aqui em casa um cachorro que "escreve" bem, usa o rabinho com tinta. Ele aceita a vaga, pede, somente, um pouco de ração. E, detalhe, é mais simpático do que este pedante.
ResponderExcluirDepois de Paulo Coelho eu perdi o respeito pela ABL. Pobre Machado...
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