Ainda não é possível anunciar, mas logo os leitores deste blog serão informados. Está em curso no sistema midiático brasileiro uma série de mudanças bastante relevante e que deve alterar, a médio e longo prazo, o perfil deste setor no país. A novidade tem nome: operadoras de telefonia. Elas estão entrando no jogo com muito dinheiro e em breve dominarão não apenas as mídias eletrônicas (internet, sobretudo), mas também a impressa e televisiva. O Oi/iG é um exemplo claro deste movimento e o que está sendo feito por lá sob o comando de Eduardo Oinegue, ex-Veja, é um espanto. Voltaremos ao assunto.
Tom Cardoso faz justiça a um grande jornalista Se vivo estivesse, o gaúcho Tarso de Castro certamente estaria indignado com o que se passa no Brasil e no mundo. Irreverente, gênio, mulherengo, brizolista entusiasmado e sobretudo um libertário, Tarso não suportaria esses tempos de ascensão de valores conservadores. O colunista que assina esta dica decidiu ser jornalista muito cedo, aos 12 anos de idade, justamente pela admiração que nutria por Tarso, então colunista da Folha de S. Paulo. Lia diariamente tudo que ele escrevia, nem sempre entendia algumas tiradas e ironias, mas acompanhou a trajetória até sua morte precoce, em 1991, aos 49 anos, de cirrose hepática, decorrente, claro, do alcoolismo que nunca admitiu tratar. O livro de Tom Cardoso recupera este personagem fundamental na história do jornalismo brasileiro, senão pela obra completa, mas pelo fato de ter fundado, em 1969, o jornal Pasquim, que veio a se transformar no baluarte da resistência à ditadura militar no perío...
semanas, meses, anos?
ResponderExcluirBota na roda aí...
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