A aclamação do nome de Geraldo Alckmin para a disputa da prefeitura de São Paulo neste ano pelo diretório municipal do PSDB não representou nem de longe o fim das tensões entre os tucanos. Ao contrário, o clima bélico da reunião de ontem só colaborou para piorar as coisas e hoje a conversa nos bastidores do partido é justamente sobre... a criação de um novo partido, depois das eleições de outubro. Pelas conversas, a nova legenda seria criada pelo grupo de Alckmin, que, se vencer a batalha contra Gilberto Kassab (DEM) e Marta Suplicy (PT), ganha de novo a estatura de presidenciável. Por outro lado, conforme apurou a repórter Patrícia Acioli para reportagem que o DCI publica amanhã, já há alckmistas defendendo a expulsão do PSDB dos tucanos que fizerem corpo mole ou ameaçarem constestar a decisão partidária judicialmente. Tudo somado, o clima está realmente pesado no PSDB, com a liderança do governador e presidenciável José Serra sendo desafiada em seu próprio estado. Contente mesmo deve estar a ex-prefeita Marta Suplicy, que assiste de camarote o acirramento da disputa entre os seus principais adversários.
Não existe verbete na Wikipédia sobre Doca Street. Morto nesta sexta (18) aos 86 anos, talvez agora ele ganhe uma página em seu nome nesta que é a maior enciclopédia colaborativa do mundo, onde só em português constam 1.049.371 artigos. A menção mais relevante no site a Raul Fernando do Amaral Street, o nome completo de Doca, aparece na entrada que fala de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 com quatro tiros disparados pela arma –e pelas mãos– de Doca, na casa que o casal dividia na Praia dos Ossos, em Búzios (RJ). Nada surpreendente. Afinal, desde que pôs um fim à existência de Ângela, Doca viu sua vida marcada e conectada ao crime que cometeu –ainda que, após seu primeiro julgamento, em 1979, ele tenha saído pela porta da frente do tribunal, ovacionado pelo público de Cabo Frio, também no litoral fluminense, escreve Marcella Franco em artigo publicado na Folha Online na sexta, 18/12, e reproduzido sábado, 19, no jornal. Vale a leitura, continua a seguir. Foi só em 198...
Parece inclusive q o presidente Serra já sugeriu o nome para o partido do desafeto: PCP (Partido do Chuchu com Pimenta)
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